A montadora italiana de carros esportivos de luxo, Ferrari, anunciou que seu primeiro veículo totalmente elétrico será revelado em 9 de outubro de 2025, conforme declarado pelo presidente-executivo Benedetto Vigna. O lançamento ocorrerá na sede da empresa em Maranello, com um evento descrito como “único e inovador”. Embora detalhes sobre o modelo ainda não tenham […]
A montadora italiana de carros esportivos de luxo, Ferrari, anunciou que seu primeiro veículo totalmente elétrico será revelado em 9 de outubro de 2025, conforme declarado pelo presidente-executivo Benedetto Vigna. O lançamento ocorrerá na sede da empresa em Maranello, com um evento descrito como “único e inovador”. Embora detalhes sobre o modelo ainda não tenham sido divulgados, protótipos foram avistados em testes, sugerindo que a carroceria pode ser uma versão modificada do Maserati Levante.
No quarto trimestre de 2024, a Ferrari registrou um aumento de 14% nas vendas, totalizando € 1,74 bilhão (aproximadamente US$ 1,8 bilhão). O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) também cresceu 15%, alcançando € 643 milhões. Esses resultados superaram as expectativas dos analistas, refletindo uma forte demanda, especialmente no mercado dos Estados Unidos, que representa um em cada quatro carros vendidos pela marca.
A empresa prevê um crescimento robusto para 2025, com vendas projetadas acima de € 7 bilhões e lucros ajustados de pelo menos € 2,68 bilhões. Vigna destacou que a estratégia da Ferrari não será afetada por disputas comerciais ou mudanças políticas, reafirmando o compromisso de produzir todos os veículos em Maranello. Além disso, a montadora planeja lançar seis novos veículos ao longo do ano, reforçando sua diversificação.
As vendas na China, no entanto, caíram 38% no último trimestre, levando a Ferrari a considerar uma revisão de sua estratégia nesse mercado, especialmente diante da crescente demanda por veículos elétricos de luxo. O CEO mencionou que a empresa poderia aumentar seu limite atual de vendas na China, que é de 10% do total de remessas, para aproveitar as oportunidades na era dos veículos elétricos.
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