Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Citi rebaixa Nike para neutro após reunião decepcionante com o novo CEO

- A Nike nomeou Elliott Hill como novo CEO, mas ações caíram 31% em um ano. - O analista Paul Lejuez rebaixou as ações de compra para neutra, preço-alvo $72. - Lejuez expressou dúvidas sobre a recuperação, citando pressões nas vendas. - Desafios de margem e concorrência de marcas menores podem impactar negativamente. - A guerra tarifária EUA-China pode resultar em perda de mercado na China.

A Citi reavaliou as ações da Nike, reduzindo sua classificação de compra para neutra e cortando o preço-alvo de $ 102 para $ 72. Essa nova previsão está ligeiramente acima do fechamento de quinta-feira, que foi de $ 71,74. As ações da Nike caíram 31% nos últimos doze meses, refletindo a preocupação do mercado com […]

A Citi reavaliou as ações da Nike, reduzindo sua classificação de compra para neutra e cortando o preço-alvo de $ 102 para $ 72. Essa nova previsão está ligeiramente acima do fechamento de quinta-feira, que foi de $ 71,74. As ações da Nike caíram 31% nos últimos doze meses, refletindo a preocupação do mercado com a capacidade da empresa de se recuperar sob a liderança do novo CEO, Elliott Hill.

O analista Paul Lejuez expressou suas reservas após um evento com Hill, afirmando que as expectativas para o ano fiscal de 2026 não são mais tão otimistas. Ele destacou que as pressões nas vendas devem continuar, especialmente com a redução de algumas linhas de produtos e a falta de novidades em escala para compensar essa queda. Lejuez também mencionou que as estimativas de consenso para 2026 estão excessivamente altas, o que torna o cronograma de recuperação da Nike menos claro.

Além das dificuldades nas vendas, o analista apontou para desafios nas margens, que devem ser impactadas pela retirada de produtos do mercado e pela introdução de novos itens. Essas pressões podem se estender além do ano fiscal de 2025, resultando em mais um ano de margens em queda em 2026. A guerra tarifária entre os EUA e a China também pode prejudicar a participação da Nike no mercado chinês, enquanto a estratégia de vendas de produtos a preços reduzidos pode afetar a demanda por lançamentos a preço cheio.

Lejuez ainda alertou sobre a crescente concorrência de marcas menores, como Hoka, On e Birkenstock, que estão ganhando força e buscando expandir suas linhas de produtos. Ele acredita que a Nike pode enfrentar dificuldades para recuperar espaço nas prateleiras com seus parceiros de atacado, dado o impulso dessas marcas emergentes.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais