Carlos Mariani Bittencourt, um dos principais estrategistas do desenvolvimento da indústria brasileira, especialmente nas áreas petroquímica e fluminense, faleceu aos 87 anos nesta segunda-feira, no Rio de Janeiro. Formado em engenharia mecânica e engenharia econômica pela Escola Politécnica da UFRJ, Mariani teve um papel significativo em negociações internacionais, incluindo o Tratado de Assunção, que criou […]
Carlos Mariani Bittencourt, um dos principais estrategistas do desenvolvimento da indústria brasileira, especialmente nas áreas petroquímica e fluminense, faleceu aos 87 anos nesta segunda-feira, no Rio de Janeiro. Formado em engenharia mecânica e engenharia econômica pela Escola Politécnica da UFRJ, Mariani teve um papel significativo em negociações internacionais, incluindo o Tratado de Assunção, que criou o Mercosul.
Ele foi um dos fundadores do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri) e atuou como ex-presidente do Grupo de Notáveis para uma Parceria Econômica Estratégica entre Brasil e Japão. Mariani também liderou a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) por longos períodos, sendo um de seus presidentes mais duradouros, e ocupou cargos importantes na Firjan, como 1º vice-presidente.
Nascido na Bahia em 22 de novembro de 1937, Mariani recebeu diversas honrarias, incluindo a Ordem do Mérito Industrial da CNI em 2005 e a Medalha do Mérito Industrial da Firjan em 2008. Luiz Césio Caetano, presidente da Firjan, expressou seu pesar pela perda, destacando que o legado de Mariani continuará a inspirar futuras gerações de líderes industriais.
Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, presidente do Conselho Superior da Firjan, também lamentou a morte de Mariani, descrevendo-o como uma “figura ímpar” cuja discrição e dignidade foram marcantes. Ele enfatizou que a Firjan está de luto pela perda de um líder que tanto contribuiu para o desenvolvimento econômico e industrial do Brasil.
Entre na conversa da comunidade