O preço da picanha deve se tornar um desafio ainda maior para o governo de Lula nos próximos meses, segundo analistas da Genial Investimentos. Eles preveem que os preços não só não cairão, mas poderão aumentar devido a uma combinação de fatores preocupantes. A produção de carne está mais escassa globalmente, resultando em um aumento […]
O preço da picanha deve se tornar um desafio ainda maior para o governo de Lula nos próximos meses, segundo analistas da Genial Investimentos. Eles preveem que os preços não só não cairão, mas poderão aumentar devido a uma combinação de fatores preocupantes. A produção de carne está mais escassa globalmente, resultando em um aumento de quase 50% no preço da arroba do boi no segundo semestre de 2024. Além disso, a valorização do dólar no Brasil torna as exportações agropecuárias mais atraentes, o que pode levar a um desabastecimento no mercado interno.
Esses fatores devem pressionar a inflação ao longo de 2025, complicando ainda mais a situação nos supermercados. Um estudo da Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira (Conof) do Congresso Nacional aponta para um cenário crítico nas finanças públicas a partir de 2027, onde as despesas obrigatórias podem consumir quase todo o orçamento, restringindo investimentos e paralisando a oferta de serviços públicos.
O governo busca convencer o mercado e o Congresso de que seu pacote fiscal será suficiente para aliviar as despesas nos próximos anos. O presidente Lula já deixou claro que, em sua gestão, não haverá envio de medidas adicionais de cortes de gastos ao Congresso. A situação fiscal e a pressão sobre os preços dos alimentos são temas centrais nas discussões atuais sobre a economia brasileira.
O programa VEJA Mercado, que aborda esses e outros temas econômicos, é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, a partir das 10h, em diversas plataformas, incluindo YouTube, Facebook, Twitter, LinkedIn e Spotify.
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