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Barclays avança em diversidade, mas enfrenta desafios para cumprir metas até 2025

- O Barclays não atingiu suas metas de diversidade até o final de 2023. - A proporção de mulheres em cargos de diretor-gerente permanece em 30%. - Diretores de etnias sub-representadas diminuíram em 2024, apesar das promessas. - CEO C.S. Venkatakrishnan reafirma compromisso com diversidade em meio a recuos do setor. - Barclays é pioneiro em iniciativas de diversidade, mesmo com pressão política contrária.

O Barclays reafirmou seu compromisso com a diversidade em cargos de liderança, conforme declarado pelo CEO C.S. Venkatakrishnan. O banco, com sede em Londres, estabeleceu a meta de elevar a proporção de mulheres em posições de diretor-gerente e diretor globalmente para 33% até o final de 2024. Além disso, busca aumentar em 50% o número […]

O Barclays reafirmou seu compromisso com a diversidade em cargos de liderança, conforme declarado pelo CEO C.S. Venkatakrishnan. O banco, com sede em Londres, estabeleceu a meta de elevar a proporção de mulheres em posições de diretor-gerente e diretor globalmente para 33% até o final de 2024. Além disso, busca aumentar em 50% o número de diretores executivos de etnias sub-representadas. Contudo, até o final de 2023, a proporção de mulheres nesses cargos permaneceu em 30%, indicando um atraso em relação às metas estabelecidas.

O relatório anual do Barclays revela que a empresa está ligeiramente abaixo do necessário para atingir suas metas de 2025. O número de diretores executivos de etnias sub-representadas também apresentou uma leve queda em 2024 em comparação ao ano anterior. Venkatakrishnan enfatizou a importância de uma força de trabalho diversificada, afirmando que a organização é “meritocrática” e que deseja criar um ambiente inclusivo onde todos possam contribuir.

Enquanto o Barclays avança em suas iniciativas de diversidade, outras instituições financeiras estão recuando. Após a ascensão de Donald Trump à presidência dos EUA, várias empresas abandonaram suas políticas de diversidade e inclusão. Trump assinou ordens executivas que visavam desmantelar iniciativas de diversidade no setor privado, levando empresas como Accenture a eliminar suas metas de diversidade.

No Reino Unido, o Barclays é um dos signatários da Carta das Mulheres nas Finanças do Tesouro, que visa aumentar a presença feminina no setor. No entanto, o relatório de disparidade salarial da empresa revela que, em 2024, a remuneração média por hora das mulheres era 29,7% inferior à dos homens, evidenciando desafios persistentes na equidade salarial.

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