Os ações de tecnologia podem enfrentar dificuldades ao se aproximarem de níveis não vistos em quase dois meses, conforme alerta Jonathan Krinsky, chefe de análise de mercado da BTIG. O Invesco QQQ Trust, que acompanha o Nasdaq-100, atingiu na quinta-feira seu maior patamar desde 18 de dezembro, data em que o mercado reagiu negativamente após […]
Os ações de tecnologia podem enfrentar dificuldades ao se aproximarem de níveis não vistos em quase dois meses, conforme alerta Jonathan Krinsky, chefe de análise de mercado da BTIG. O Invesco QQQ Trust, que acompanha o Nasdaq-100, atingiu na quinta-feira seu maior patamar desde 18 de dezembro, data em que o mercado reagiu negativamente após o Federal Reserve sinalizar menos cortes nas taxas de juros para 2025. Desde a reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC), o QQQ operou dentro de uma faixa intradiária de R$ 515,01 a R$ 536,88, apresentando uma flutuação de 4%.
Krinsky observou que o QQQ tem “apenas digerido esse movimento massivo” e, com seu retorno a R$ 536, próximo ao pico de meados de dezembro, o ETF voltou ao que ele chamou de “cena do crime”. No entanto, o analista adverte que esse movimento ascendente pode ser seguido por uma correção. Ele explicou que, quando os preços retornam ao que ele denomina de “SOTC” (Scene of the Crime), geralmente ocorre uma reversão na direção do movimento inicial, que neste caso seria para baixo.
Apesar da força do Nasdaq, Krinsky sugere que há sinais suficientes para cautela. Ele destacou que a Meta, que representa 4% do QQQ, tem impulsionado o fundo, com um aumento de 6,4% em fevereiro. Contudo, uma correção nas ações da Meta poderia impactar significativamente o desempenho do QQQ, indicando a fragilidade do cenário atual.
Entre na conversa da comunidade