O conselho de administração da OpenAI rejeitou uma oferta de US$ 97,4 bilhões feita por um grupo de investidores liderado por Elon Musk. Em comunicado, o presidente do conselho, Bret Taylor, afirmou que a OpenAI “não está à venda” e que a proposta foi rejeitada por unanimidade, caracterizando-a como uma tentativa de Musk de interferir […]
O conselho de administração da OpenAI rejeitou uma oferta de US$ 97,4 bilhões feita por um grupo de investidores liderado por Elon Musk. Em comunicado, o presidente do conselho, Bret Taylor, afirmou que a OpenAI “não está à venda” e que a proposta foi rejeitada por unanimidade, caracterizando-a como uma tentativa de Musk de interferir na concorrência. Musk, cofundador da OpenAI, busca reverter a organização para um modelo mais focado em código aberto e segurança.
O CEO da OpenAI, Sam Altman, também se manifestou rapidamente contra a oferta, alegando que se tratava de uma estratégia de um concorrente para atrasar os planos da empresa. Andrew Nussbaum, membro do conselho, reiterou que o foco da OpenAI é desenvolver sistemas de inteligência artificial geral (AGI) que beneficiem a humanidade, e que não cabe a um concorrente decidir o que é melhor para a missão da organização.
O advogado Marc Toberoff, que representa o consórcio de Musk, criticou a rejeição da oferta, afirmando que a OpenAI está, na verdade, vendendo seus ativos a si mesma por um valor inferior ao oferecido. Musk já havia tentado barrar a reestruturação da OpenAI, movendo ações judiciais contra a empresa, alegando que ela se desviou de seus princípios fundadores.
A rejeição da oferta pode complicar os planos de reestruturação da OpenAI, que está em negociações com o SoftBank para levantar uma nova rodada de financiamento, com uma avaliação potencial de US$ 300 bilhões. Especialistas alertam que a oferta de Musk pode influenciar a avaliação dos ativos da organização sem fins lucrativos, impactando o patrimônio dos investidores atuais e futuros da OpenAI.
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