O consumidor brasileiro recebeu boas notícias no início de 2025, com a queda nos preços do arroz e do feijão, itens fundamentais na dieta nacional. Segundo o Índice de Preços dos Supermercados (IPS), elaborado pela Associação Paulista de Supermercados (APAS) em colaboração com a Fipe, a subcategoria de cereais apresentou um recuo de 2,02% em […]
O consumidor brasileiro recebeu boas notícias no início de 2025, com a queda nos preços do arroz e do feijão, itens fundamentais na dieta nacional. Segundo o Índice de Preços dos Supermercados (IPS), elaborado pela Associação Paulista de Supermercados (APAS) em colaboração com a Fipe, a subcategoria de cereais apresentou um recuo de 2,02% em janeiro, continuando a tendência de deflação que se iniciou no segundo trimestre de 2024.
Entre os produtos analisados, o feijão destacou-se com uma retração de 2,18% no mês, enquanto o arroz teve uma queda de 1,95% e o milho, 1,85%. No acumulado dos últimos doze meses, a deflação dos cereais atingiu 5,61%, sendo o feijão o principal responsável por essa redução, com uma queda de 16,37%, seguido pelo milho, que recuou 8,03%.
Felipe Queiroz, economista-chefe da APAS, comentou que a queda nos preços do feijão já era visível desde abril de 2024 e está alinhada com a desaceleração da inflação, conforme indicado pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). Essa tendência de queda nos preços pode trazer um alívio significativo para o orçamento das famílias brasileiras, que enfrentam desafios econômicos.
A deflação nos preços dos cereais é um sinal positivo para a economia, refletindo uma possível estabilização nos custos de alimentos essenciais. Essa situação pode impactar positivamente o poder de compra dos consumidores, contribuindo para uma recuperação econômica gradual.
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