André Daré, CEO da Núclea, uma empresa que processa 100% da liquidação de boletos e 90% das liquidações de cartões no Brasil, observa de perto as mudanças na indústria de pagamentos. Ele destaca a importância do Pix, que se tornou o principal método de pagamento, mas ressalta que não dominará completamente o mercado. Segundo Daré, […]
André Daré, CEO da Núclea, uma empresa que processa 100% da liquidação de boletos e 90% das liquidações de cartões no Brasil, observa de perto as mudanças na indústria de pagamentos. Ele destaca a importância do Pix, que se tornou o principal método de pagamento, mas ressalta que não dominará completamente o mercado. Segundo Daré, “são papéis diferentes”, referindo-se à coexistência de métodos tradicionais, como o boleto, que ainda apresenta crescimento nas transações.
Daré enfatiza que, apesar do avanço do Pix, o boleto continua relevante. Ele afirma que o volume de transações por boleto está em crescimento e evolução, indicando que a diversidade de opções de pagamento é benéfica para os consumidores. Além disso, ele menciona o Drex, a moeda digital do Banco Central, que promete revolucionar transações mais complexas, como a compra e venda de bens.
O Drex permitirá que as partes envolvidas programem a transferência de valores, eliminando riscos associados ao pagamento antecipado. “O dinheiro digital só vai sair de uma titularidade para outra no momento em que a transferência acontecer”, explica Daré, destacando a segurança que essa inovação trará para as transações.
Essas declarações refletem a visão de Daré sobre o futuro dos pagamentos no Brasil, onde a inovação se alia à tradição, criando um ambiente dinâmico e seguro para os consumidores. O VEJA S/A é publicado todas as terças-feiras, às 11h.
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