O Botafogo, sob a gestão da SAF liderada por John Textor, enfrenta uma dívida significativa decorrente da transformação em clube-empresa. Jorge Braga, ex-CEO do clube, reivindica R$ 18.949.019,39 referentes a serviços prestados entre 2021 e 2022, após um acordo extrajudicial em um processo trabalhista que estava em segredo de justiça. O acordo, assinado por Textor, […]
O Botafogo, sob a gestão da SAF liderada por John Textor, enfrenta uma dívida significativa decorrente da transformação em clube-empresa. Jorge Braga, ex-CEO do clube, reivindica R$ 18.949.019,39 referentes a serviços prestados entre 2021 e 2022, após um acordo extrajudicial em um processo trabalhista que estava em segredo de justiça. O acordo, assinado por Textor, foi negociado desde 7 de outubro de 2024 e reconhece a pendência trabalhista com Braga.
O valor original da dívida era de R$ 27.070.027,70, mas Braga aceitou um desconto de 30%. Entre os valores devidos, destacam-se R$ 12 milhões como bônus pela transformação do Botafogo em clube-empresa, dos quais apenas R$ 2 milhões foram pagos. Além disso, foram reconhecidas pendências relacionadas ao 13º salário (R$ 120 mil), férias (R$ 168 mil) e FGTS (R$ 139 mil).
Braga ingressou no Botafogo em 2021, durante a Série B, e foi fundamental na transição para o modelo de clube-empresa. Após sua demissão em setembro de 2022, Textor alegou que o ex-CEO havia quebrado “obrigações e deveres profissionais”. Em resposta, Braga processou o clube, afirmando ter sido vítima de um calote de “proporções bíblicas”.
Recentemente, os advogados de Braga solicitaram sua inclusão na lista de pagamentos prioritários do Regime Centralizado de Pagamentos na Justiça do Trabalho, buscando garantir o recebimento da dívida reconhecida.
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