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Presidente da Fiesp, Josué Gomes, se torna réu na Comissão de Valores Mobiliários

- Josué Gomes, presidente da Fiesp, é réu na CVM por suspensão da Springs Global. - A empresa está em recuperação judicial e sem balanços divulgados há mais de um ano. - Em 2023, a Springs Global teve prejuízo de R$ 1,06 bilhão, piora de 69%. - A filha de Josué, Bárbara Gomes, e Pedro Garcia Bastos Neto também são réus. - A CVM ainda não detalhou as acusações contra os envolvidos no processo.

A Springs Global, controladora da Coteminas, enfrenta novos desafios legais, com Josué Gomes, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e filho do ex-vice-presidente José Alencar, se tornando réu na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O processo investiga as responsabilidades pela suspensão do registro de companhia aberta do conglomerado têxtil, que […]

A Springs Global, controladora da Coteminas, enfrenta novos desafios legais, com Josué Gomes, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e filho do ex-vice-presidente José Alencar, se tornando réu na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O processo investiga as responsabilidades pela suspensão do registro de companhia aberta do conglomerado têxtil, que está em recuperação judicial.

Em agosto de 2023, a CVM suspendeu o registro da Springs Global devido à falta de divulgação de balanços trimestrais por mais de um ano. O último resultado divulgado pela empresa foi referente ao último trimestre de 2023, publicado recentemente. No acumulado de 2023, a companhia registrou um prejuízo de R$ 1,06 bilhão, representando uma piora de 69% em relação ao ano anterior.

Além de Josué Gomes, a CVM também acusa sua filha, Bárbara Gomes da Silva, diretora de assuntos corporativos e financeira da Springs Global, e Pedro Garcia Bastos Neto, ex-executivo da empresa. As acusações específicas contra cada um dos réus ainda não foram esclarecidas, mas o processo está pronto para julgamento na CVM.

A Springs Global, que possui marcas como MMartan e Artex, continua a enfrentar dificuldades financeiras e de governança, enquanto a situação legal de seus principais executivos se agrava. A falta de transparência e os resultados financeiros negativos têm gerado preocupações entre investidores e analistas do setor.

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