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BGC Group pode disparar quase 80% com retorno de Trump, aponta Bank of America

- O Bank of America iniciou a cobertura da BGC Group, destacando seu potencial. - Eli Abboud atribuiu à BGC um rating de compra, com preço-alvo de $16. - A empresa deve se beneficiar da desregulamentação e da nova FMX Futures Exchange. - Abboud vê a BGC como a principal aposta na transição energética e crescimento. - As ações da BGC subiram 2,3% antes da abertura do mercado, refletindo otimismo.

O Bank of America destacou que o BGC Group está em uma posição favorável, especialmente com o retorno de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos. O analista Eli Abboud iniciou a cobertura das ações da empresa com uma classificação de compra, estabelecendo um preço-alvo de R$ 16, o que sugere um potencial de alta […]

O Bank of America destacou que o BGC Group está em uma posição favorável, especialmente com o retorno de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos. O analista Eli Abboud iniciou a cobertura das ações da empresa com uma classificação de compra, estabelecendo um preço-alvo de R$ 16, o que sugere um potencial de alta de 79,8% em relação ao fechamento de segunda-feira. Abboud considera o BGC como a “negociação mais negligenciada de Trump no setor financeiro diversificado”, enfatizando que as ofertas de negociação da empresa, incluindo a nova FMX Futures Exchange, devem se beneficiar da preferência da administração Trump por desregulamentação.

Abboud observou que, apesar da queda das ações do BGC após as eleições, um ambiente regulatório mais flexível deve acelerar significativamente o crescimento da FMX Futures. Ele argumentou que a agenda da nova administração, que inclui desregulamentação bancária e aumento de gastos, deve impulsionar os volumes de negociação. Além disso, o analista expressou otimismo em relação à nova bolsa de futuros da empresa, identificando o mercado de futuros de taxas como uma oportunidade de R$ 2 bilhões que está “pronta para ser disruptiva”. Ele acredita que a modernização do comércio de futuros permitirá que o BGC ganhe participação de mercado do CME Group.

Abboud também destacou que as ações do BGC são a principal aposta na transição energética, dada a sua alta exposição a produtos relacionados. Ele prevê que a empresa se beneficiará de tendências como o aumento da demanda por eletricidade e a transição de combustíveis fósseis, como petróleo e carvão. O crescimento nos mercados ambientais também deve ser favorável, segundo o analista. As ações do BGC subiram 2,3% antes da abertura do mercado na terça-feira, embora tenham caído 1,8% em 2025, após um aumento superior a 25% no ano anterior.

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