As ações da Coterra Energy caíram 3% na terça-feira, mesmo após a empresa de petróleo e gás natural reportar resultados do quarto trimestre melhores do que o esperado. A eficiência de capital foi um destaque, com níveis de produção acima das expectativas da administração e despesas de capital próximas ao limite inferior da orientação. A […]
As ações da Coterra Energy caíram 3% na terça-feira, mesmo após a empresa de petróleo e gás natural reportar resultados do quarto trimestre melhores do que o esperado. A eficiência de capital foi um destaque, com níveis de produção acima das expectativas da administração e despesas de capital próximas ao limite inferior da orientação. A receita no trimestre encerrado em 31 de dezembro caiu 13% em relação ao ano anterior, totalizando R$ 1,395 bilhões, ligeiramente abaixo da previsão de R$ 1,4 bilhões.
A empresa, formada pela fusão da Cabot Oil & Gas e Cimarex, é reconhecida por sua disciplina de capital e operação de baixo custo. A Coterra também serve como uma proteção contra a inflação e riscos geopolíticos. Apesar de algumas preocupações sobre a perspectiva de produção para o primeiro trimestre, a previsão para 2025 se alinha com as informações divulgadas anteriormente, incluindo a aquisição de ativos na bacia do Permian.
Duas atualizações importantes foram feitas nas projeções anuais: a Coterra reduzirá seus gastos planejados na bacia do Permian em R$ 70 milhões e aumentará seu investimento na rica em gás natural Marcellus Shale em R$ 50 milhões. O CEO Tom Jorden destacou a flexibilidade da empresa em ajustar seus investimentos conforme as condições do mercado, permitindo que a Coterra se adapte a diferentes cenários de preços de petróleo e gás.
No último trimestre, a Coterra distribuiu R$ 218 milhões aos acionistas, sendo R$ 168 milhões em dividendos e R$ 50 milhões em recompra de ações. O dividendo trimestral foi aumentado em 5%, elevando o rendimento anual para cerca de 3,2% com base no preço das ações de R$ 27,25. A empresa também ajustou suas projeções de produção e despesas de capital para 2025, prevendo um fluxo de caixa livre estimado em R$ 2,7 bilhões, superando as expectativas do mercado.
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