A partir de 28 de fevereiro de 2024, véspera do Carnaval, o Banco Central (BC) implementará o Pix por aproximação, permitindo que consumidores realizem pagamentos com seus celulares, similar ao que já ocorre com cartões de crédito e débito. Essa nova funcionalidade possibilitará que o Pix seja integrado a carteiras digitais, eliminando a necessidade de […]
A partir de 28 de fevereiro de 2024, véspera do Carnaval, o Banco Central (BC) implementará o Pix por aproximação, permitindo que consumidores realizem pagamentos com seus celulares, similar ao que já ocorre com cartões de crédito e débito. Essa nova funcionalidade possibilitará que o Pix seja integrado a carteiras digitais, eliminando a necessidade de acessar aplicativos bancários para transações. O sistema funcionará inicialmente no Google Pay, e os usuários poderão pagar apenas aproximando o celular das maquininhas compatíveis.
Os testes do sistema já foram realizados com instituições como C6, Itaú, Banco do Brasil e Santander, entre outras. Além disso, 11 novas maquininhas se uniram ao Google para suportar o Pix por aproximação. O valor máximo para cada transação será de R$ 500, com a possibilidade de personalização desse limite. Para garantir segurança, cada operação exigirá confirmação por meio de biometria, reconhecimento facial ou senha.
O Pix, que completou quatro anos em 2024, já movimentou R$ 26,45 trilhões, representando um crescimento de 54% em relação ao ano anterior. Atualmente, 76,4% da população brasileira utiliza o serviço, superando o uso de cartões de débito e dinheiro em espécie. A expectativa é que o novo recurso simplifique ainda mais as transações financeiras, especialmente durante o período de Carnaval.
Entretanto, a funcionalidade do Pix por aproximação está restrita a usuários de dispositivos Android com suporte à tecnologia NFC (Near Field Communication). Usuários de iPhones e dispositivos da Samsung ainda aguardam a liberação do serviço, pois as empresas estão em negociações com o BC. Apesar disso, a predominância do sistema Android no Brasil deve facilitar a adoção do novo método de pagamento.
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