O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a intenção de substituir o visto EB-5, voltado para investidores, por um novo visto denominado “gold”. Este novo documento deverá ter um custo elevado, destinado a indivíduos “ricos e bem-sucedidos”. No Brasil, existe um programa que permite a estrangeiros obter residência legal ao adquirir imóveis com valor […]
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a intenção de substituir o visto EB-5, voltado para investidores, por um novo visto denominado “gold”. Este novo documento deverá ter um custo elevado, destinado a indivíduos “ricos e bem-sucedidos”. No Brasil, existe um programa que permite a estrangeiros obter residência legal ao adquirir imóveis com valor mínimo de R$ 1 milhão em áreas urbanas ou R$ 700 mil nas regiões Norte e Nordeste, com validade de quatro anos e renovação indefinida.
Diversos países oferecem programas de visto para investidores, como o da província de Québec, que exige investimentos significativos. O ARI, ou Autorização de Residência para Atividade de Investimento, pode ser obtido com transferências a partir de 500 mil euros (aproximadamente R$ 3,04 milhões). Na Itália, o visto de investidor, válido por dois anos, pode ser adquirido por meio de quatro modalidades de investimento, que devem ser mantidas durante a validade do visto.
Na China, o visto para investidores requer altos valores, enquanto o visto de ouro grego é um dos mais procurados na Europa, com opções de investimento em imóveis e empreendimentos. O país oferece três tipos de vistos de ouro, com exigências específicas para cada modalidade. A partir de 3 de abril, um país europeu planeja abolir seu programa de vistos de ouro, e interessados devem se candidatar até 1º de abril.
Na América Latina e no Sul da Ásia, países como Panamá, Costa Rica, Tailândia e Malásia disponibilizam opções mais acessíveis. Na Europa, países como Malta e Chipre oferecem vistos de ouro com investimentos menos elevados. Nos últimos anos, várias nações europeias, como Irlanda e Espanha, impuseram novas regras ou encerraram seus programas de vistos de ouro, visando combater fraudes, lavagem de dinheiro e a entrada de potenciais terroristas.
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