Um corretor imobiliário, Marco Antonio Pinheiro Loureiro, processou a empresa Nina Gestão Patrimonial Ltda, representada pelo ator Bruno Gagliasso, reivindicando uma comissão de R$ 2,3 milhões pela suposta intermediação na venda de um imóvel de luxo ao jogador Paolo Guerrero. Loureiro afirma ter apresentado o imóvel e conduzido as negociações por cerca de oito meses, […]
Um corretor imobiliário, Marco Antonio Pinheiro Loureiro, processou a empresa Nina Gestão Patrimonial Ltda, representada pelo ator Bruno Gagliasso, reivindicando uma comissão de R$ 2,3 milhões pela suposta intermediação na venda de um imóvel de luxo ao jogador Paolo Guerrero. Loureiro afirma ter apresentado o imóvel e conduzido as negociações por cerca de oito meses, mas alega que um outro corretor assumiu as tratativas na fase final, excluindo-o do fechamento do negócio.
A propriedade, situada em um renomado condomínio no Rio de Janeiro, foi vendida por R$ 23 milhões. Loureiro argumenta que sua atuação foi “decisiva” para a concretização da venda, justificando assim seu direito à comissão. A defesa do corretor menciona que existem precedentes jurídicos que apoiam esse tipo de reivindicação.
Além do pagamento da comissão, Loureiro solicita a correção monetária e juros sobre o valor devido. Até o momento, Bruno Gagliasso não recebeu notificação sobre a cobrança. A situação destaca a complexidade das relações entre corretores e a importância da documentação nas transações imobiliárias.
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