Neste carnaval, uma experiência de saúde levou a autora a refletir sobre a inflação e o consumo de carne no Brasil. Após uma internação, ela saiu do hospital com um desejo específico: picanha com feijão e farofa. A insatisfação com os preços elevados dos alimentos, especialmente da carne, é um tema recorrente, e a picanha […]
Neste carnaval, uma experiência de saúde levou a autora a refletir sobre a inflação e o consumo de carne no Brasil. Após uma internação, ela saiu do hospital com um desejo específico: picanha com feijão e farofa. A insatisfação com os preços elevados dos alimentos, especialmente da carne, é um tema recorrente, e a picanha se tornou um símbolo dessa inflação crescente, frequentemente mencionada pelo presidente Lula como um indicador de felicidade nacional.
A autora decidiu buscar a picanha em São Paulo, mas, sob o calor intenso, acabou optando por um prato feito em uma lanchonete, pagando R$ 65 por uma refeição que não atendeu suas expectativas. No dia seguinte, ela se dirigiu ao restaurante Bassi, conhecido por sua carne de qualidade, onde pediu uma picanha premium por R$ 398. A experiência foi muito mais satisfatória, com a carne sendo servida de forma especial e acompanhada de diversos extras.
Enquanto se recuperava, a autora assistiu a vídeos sobre a alta dos preços e a situação econômica, refletindo sobre a desinformação que circula nas redes sociais. Dados do IBGE mostram que a picanha teve um aumento de 12,36% nos últimos doze meses, enquanto o acém subiu ainda mais. Outros produtos, como café e laranja-lima, também apresentaram altas significativas, com 50,35% e 59,56%, respectivamente. A autora conclui que, embora a inflação seja um problema real, a picanha já era cara antes dessa crise, sugerindo que promessas mais modestas poderiam ter sido mais viáveis.
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