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Inflação ao consumidor na China registra queda pela primeira vez em 13 meses

- O índice de preços ao consumidor (CPI) da China caiu 0,7% em fevereiro, primeira queda em um ano. - A redução foi impulsionada por preços mais baixos de alimentos, tabaco e álcool. - O governo chinês estabeleceu meta de crescimento do PIB de "cerca de 5%" para 2025. - A meta de inflação foi revisada para "cerca de 2%", o menor nível em mais de 20 anos. - Economistas alertam que a meta de crescimento pode ser difícil devido à fraca demanda interna.

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O índice de preços ao consumidor (IPC) da China registrou uma queda de 0,7% em fevereiro, marcando a primeira deflação desde janeiro do ano passado. O resultado, divulgado pelo Escritório Nacional de Estatísticas da China, reverteu um ganho de 0,5% em janeiro e ficou abaixo da expectativa de uma contração de 0,5%, conforme pesquisa da […]

O índice de preços ao consumidor (IPC) da China registrou uma queda de 0,7% em fevereiro, marcando a primeira deflação desde janeiro do ano passado. O resultado, divulgado pelo Escritório Nacional de Estatísticas da China, reverteu um ganho de 0,5% em janeiro e ficou abaixo da expectativa de uma contração de 0,5%, conforme pesquisa da Reuters. Em termos mensais, o IPC caiu 0,2% em fevereiro, após um aumento de 0,7% no mês anterior.

Esses dados surgem em um contexto em que investidores buscam sinais de que as medidas de estímulo de Pequim poderão impulsionar a recuperação econômica do país. Na última quarta-feira, o governo chinês estabeleceu uma meta de crescimento do PIB para 2025 em “cerca de 5%” e delineou planos para estabilizar o crescimento econômico, focando no fortalecimento da demanda interna.

Além disso, Pequim revisou sua meta de inflação anual para “cerca de 2%“, o menor nível em mais de duas décadas, reduzindo-a de 3% ou mais em anos anteriores. Essa nova meta funcionará mais como um teto do que como um objetivo a ser alcançado. Economistas alertam que a meta de crescimento de 5% para este ano pode ser difícil de atingir, especialmente diante da fraca demanda interna e da crescente disputa comercial com a administração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

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