As companhias aéreas estão revisando para baixo suas projeções de lucro e receita para o primeiro trimestre de 2024, citando uma demanda de viagem enfraquecida devido a um cenário econômico incerto. A American Airlines anunciou que espera um prejuízo ajustado entre 60 e 80 centavos por ação, uma revisão significativa em relação à previsão anterior […]
As companhias aéreas estão revisando para baixo suas projeções de lucro e receita para o primeiro trimestre de 2024, citando uma demanda de viagem enfraquecida devido a um cenário econômico incerto. A American Airlines anunciou que espera um prejuízo ajustado entre 60 e 80 centavos por ação, uma revisão significativa em relação à previsão anterior de perda de 20 a 40 centavos. A empresa também indicou que a receita deve permanecer estável em comparação ao ano anterior, em vez do crescimento de até 5% inicialmente previsto.
A Delta Air Lines também cortou suas estimativas, prevendo um aumento de receita de no máximo 5% em relação ao ano passado, uma queda em relação à previsão anterior de 6% a 8%. A companhia atribuiu essa revisão à redução da confiança do consumidor e das empresas, resultante de incertezas macroeconômicas. As ações da Delta caíram quase 12% nos últimos dois dias, refletindo a preocupação do mercado.
Além disso, a United Airlines também relatou sinais de enfraquecimento na demanda, com seu CEO, Scott Kirby, afirmando que a empresa se prepara para “tempos econômicos mais difíceis”. A companhia notou uma queda significativa no tráfego de canadenses para os EUA, consequência das tarifas impostas por Trump, que geraram retaliações.
O impacto dessas mudanças já é visível nas ações das companhias aéreas, com a American Airlines e a Delta apresentando quedas significativas. A situação atual sugere que o setor de aviação pode enfrentar desafios adicionais, com a possibilidade de outras empresas também reduzirem suas previsões em resposta à diminuição da demanda por viagens.
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