As doze concessionárias da Ecorodovias serão rebatizadas como Ecovias em uma nova estratégia de marca que visa consolidar o grupo como referência em infraestrutura. O vice-presidente, Rodrigo Salles, destacou que a primeira a adotar a nova identidade será a Ecovias Raposo Castello, que entrará em operação entre março e abril de 2024. A concessionária venceu […]
As doze concessionárias da Ecorodovias serão rebatizadas como Ecovias em uma nova estratégia de marca que visa consolidar o grupo como referência em infraestrutura. O vice-presidente, Rodrigo Salles, destacou que a primeira a adotar a nova identidade será a Ecovias Raposo Castello, que entrará em operação entre março e abril de 2024. A concessionária venceu um leilão em novembro, oferecendo R$ 2,19 bilhões pelo contrato de 30 anos, que abrange 92 quilômetros de rodovias em São Paulo.
O investimento previsto para a nova operação é de R$ 7,9 bilhões durante o período de concessão. Salles enfatizou que a unificação da marca busca criar uma identidade comum que transmita qualidade em segurança e atendimento aos usuários. Além disso, a mudança visa melhorar a percepção do grupo entre investidores e o poder público, que frequentemente viam os ativos de forma isolada.
A holding continuará a se chamar Ecorodovias, e o ticker na Bolsa permanecerá ECOR3. O investimento na nova imagem e na campanha de divulgação é de R$ 4 milhões, com a consultoria BKSZ e a agência Keenwork responsáveis pela renovação. As mudanças ocorrerão inicialmente nos meios digitais e nos nomes, enquanto a atualização de sinalização e equipamentos será gradual, respeitando a agenda de descarbonização da companhia.
Desde 2021, a Ecorodovias é controlada pelo Grupo ASTM, após uma reestruturação que incluiu auditoria interna e compliance, especialmente após a inclusão da empresa na Operação Lava Jato. Nos últimos quatro anos, o grupo adicionou 2 mil quilômetros à sua malha de 4,8 mil quilômetros de estradas. Entre janeiro e novembro de 2023, a empresa registrou um lucro líquido de R$ 774,6 milhões, um aumento de quase 66% em relação ao mesmo período do ano anterior, embora a dívida tenha crescido para R$ 15,1 bilhões.
Entre na conversa da comunidade