O Instituto Aço Brasil alertou que a não renovação do acordo de 2018 entre Brasil e Estados Unidos resultará em perdas significativas para ambas as indústrias de aço. A partir de 12 de março de 2024, uma nova tarifa de 25% sobre as importações de aço foi implementada nos EUA. O acordo anterior permitia que […]
O Instituto Aço Brasil alertou que a não renovação do acordo de 2018 entre Brasil e Estados Unidos resultará em perdas significativas para ambas as indústrias de aço. A partir de 12 de março de 2024, uma nova tarifa de 25% sobre as importações de aço foi implementada nos EUA. O acordo anterior permitia que o Brasil exportasse até 3,5 milhões de toneladas de semiacabados e 687 mil toneladas de laminados anualmente, isentas de impostos, desde que respeitadas as cotas.
O Aço Brasil enfatizou que, durante a vigência do acordo, as cotas foram rigorosamente cumpridas. Em 2024, o Brasil representou quase 60% da demanda das usinas americanas por placas, totalizando 5,6 milhões de toneladas. Apesar da nova tarifa, o Instituto e suas associadas esperam que o diálogo entre os governos possa reabrir as negociações para restaurar o sistema de importação estabelecido durante o primeiro governo de Donald Trump.
A nota do Aço Brasil destaca a importância de retomar as bases do acordo anterior, que vigorou até o dia 11 de março. A expectativa é que, com a abertura de canais de comunicação, seja possível encontrar soluções que beneficiem ambos os países e suas indústrias de aço.
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