Os investidores estão atentos às movimentações do mercado nesta quinta-feira, 13 de fevereiro de 2024. O Ibovespa (IBOV), principal índice da B3, apresentava uma leve queda de 0,08%, marcando 123.757 pontos por volta das 10h35. O dólar, por sua vez, subia 0,35%, cotado a R$ 5,83, refletindo um movimento global de valorização da moeda americana. […]
Os investidores estão atentos às movimentações do mercado nesta quinta-feira, 13 de fevereiro de 2024. O Ibovespa (IBOV), principal índice da B3, apresentava uma leve queda de 0,08%, marcando 123.757 pontos por volta das 10h35. O dólar, por sua vez, subia 0,35%, cotado a R$ 5,83, refletindo um movimento global de valorização da moeda americana.
No cenário internacional, o clima é de expectativa após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçar impor uma tarifa de 200% sobre vinhos, champanhes e outras bebidas alcoólicas da França e da União Europeia. Essa retaliação surge em resposta a um imposto sobre as exportações de uísque americano, estabelecido por Bruxelas, que também visa retaliar tarifas de aço e alumínio implementadas por Trump na última quarta-feira, 12 de fevereiro.
As ações de empresas europeias do setor de bebidas sofreram quedas significativas, com a LVMH, proprietária das marcas de champanhe Moët & Chandon e Veuve Clicquot, recuando até 2,2%. A Remy Cointreau viu suas ações caírem 4,5%, enquanto a Pernod Ricard registrou uma baixa de 3,6%. O ministro do comércio da França, Laurent Saint-Martin, criticou a escalada da guerra comercial, afirmando que o país não cederá às ameaças e continuará a proteger suas indústrias.
Nos Estados Unidos, os índices futuros de ações também apresentaram reações negativas, com o Dow Jones futuro caindo 0,36%, o S&P 500 futuro com baixa de 0,25% e o Nasdaq futuro recuando 0,41%. Embora houvesse uma tentativa de recuperação após a divulgação de novos dados de inflação, o conflito comercial voltou a pressionar as bolsas para o negativo. O índice de preços ao produtor americano (PPI) permaneceu estável em fevereiro, e a leitura, junto a um índice de preços ao consumidor (CPI) abaixo do esperado, reforça a possibilidade de cortes nas taxas de juros nos EUA.
Entre na conversa da comunidade