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Mercados enfrentam turbulência com incertezas da administração Trump e novos investidores emergem

- A incerteza econômica nos EUA cresce com a possibilidade de paralisação do governo e guerra comercial. - Investidores como Ben Inker e Jeff Muhlenkamp lucram com ações baratas e mercados internacionais. - O S&P 500 enfrenta o pior início de administração desde a crise financeira de 2008. - O dólar apresenta sua maior desvalorização pós-posse desde 1973, refletindo a instabilidade. - Ativos seguros, como ouro, têm alta significativa, atraindo investidores cautelosos em meio à volatilidade.

Muitos investidores estão enfrentando um cenário de incerteza em março de 2024, com o governo dos Estados Unidos lidando com a possibilidade de uma nova paralisação e o presidente Donald Trump intensificando sua guerra comercial. Essa situação resultou em um aumento significativo nos índices de incerteza econômica, superando os níveis observados durante a pandemia de […]

Muitos investidores estão enfrentando um cenário de incerteza em março de 2024, com o governo dos Estados Unidos lidando com a possibilidade de uma nova paralisação e o presidente Donald Trump intensificando sua guerra comercial. Essa situação resultou em um aumento significativo nos índices de incerteza econômica, superando os níveis observados durante a pandemia de covid-19 e a crise financeira de 2008. A volatilidade do mercado tem sido uma constante, com ações caindo cerca de 2% em uma semana, mesmo após uma recuperação expressiva.

O gestor Ben Inker, da Grantham Mayo Van Otterloo, está se beneficiando dessa volatilidade, registrando um ganho de 4% em seu portfólio, ao contrário de muitos hedge funds e investidores que enfrentaram perdas. Inker, que é cético em relação à alta prolongada das ações, aposta em ações baratas e mercados internacionais, como Japão e Europa. Ele observa que a oscilação média das ações e títulos nos EUA atingiu níveis não vistos desde os dias turbulentos da luta do Federal Reserve contra a inflação.

Recentemente, o mercado passou por um ajuste significativo, com o S&P 500 apresentando o pior início de administração desde a crise financeira global. O dólar também está enfrentando sua maior desvalorização desde o segundo mandato de Richard Nixon, com uma queda de 2,5% em março. O índice de risco global do Citigroup atingiu o maior nível desde 2022, refletindo a crescente volatilidade e as preocupações com o crescimento econômico.

Investidores cautelosos estão buscando segurança em ativos como ouro e títulos do governo, que apresentaram ganhos significativos desde a posse de Trump. O ouro subiu 10% e os títulos do Tesouro aumentaram 2,5%. A persistente volatilidade do mercado levanta especulações sobre uma possível intervenção do presidente para estabilizar a situação, mas, por enquanto, a confiança nas gigantes da tecnologia dos EUA continua sendo testada, beneficiando investidores focados em ações estrangeiras.

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