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Citigroup é destaque entre bancos, diz analista sobre benefícios de tarifas

- A Wells Fargo reafirmou classificação positiva para ações do Citigroup, prevendo alta de 60%. - O analista Mike Mayo acredita que o Citigroup se beneficiará das tarifas de Trump. - A empresa está posicionada para recompra de ações, impulsionando seu valor em 2025. - Apesar de uma queda de 1,8% em 2025, a expectativa é de recuperação e crescimento econômico. - O cenário de desregulamentação é favorável para os bancos, com mudanças na política financeira.

As ações do Citigroup podem se destacar entre os bancos, mesmo com os impactos das tarifas impostas pelo presidente Donald Trump, segundo análise da Wells Fargo. A instituição reiterou na última sexta-feira uma classificação de overweight para as ações do Citigroup, que é uma das suas principais escolhas. O preço-alvo de US$ 110 sugere um […]

As ações do Citigroup podem se destacar entre os bancos, mesmo com os impactos das tarifas impostas pelo presidente Donald Trump, segundo análise da Wells Fargo. A instituição reiterou na última sexta-feira uma classificação de overweight para as ações do Citigroup, que é uma das suas principais escolhas. O preço-alvo de US$ 110 sugere um potencial de valorização de quase 60%.

O analista Mike Mayo destacou que o Citigroup está bem posicionado para enfrentar os desafios trazidos pelas tarifas, tendo demonstrado sucesso na gestão das primeiras rodadas de tarifas durante o primeiro mandato de Trump. Além disso, ele observou que as ações estão sendo negociadas a um desconto em relação aos ativos físicos da empresa. Mayo acredita que o Citigroup deve se beneficiar das tarifas, assim como ocorreu anteriormente, e que os programas de recompra de ações podem ser mais eficazes neste contexto.

Embora as ações do Citigroup tenham caído 1,8% em 2025, devido ao receio dos investidores com a incerteza das mudanças políticas, o analista prevê que essas movimentações serão antecipadas e, eventualmente, ajudarão a economia dos EUA. Outros desafios incluem o risco de recessão e a diminuição da confiança entre CEOs e consumidores, o que pode levar a uma “paralisia corporativa”.

Mayo também ressaltou que a desregulamentação continua sendo a melhor em três décadas para os bancos, e as recentes nomeações reforçam uma administração favorável aos negócios. Ele acredita que o secretário do Tesouro, Scott Bessent, deve eliminar a “burocracia”, permitindo que os bancos tomem suas próprias decisões de crédito.

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