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Banco do Brasil amplia atuação no crédito consignado para trabalhadores CLT

Banco do Brasil lança programa Crédito do Trabalhador, visando expandir sua atuação no consignado privado com taxas competitivas e análise inovadora.

O Banco do Brasil (BB) anunciou sua intenção de expandir sua atuação no crédito consignado para trabalhadores com carteira assinada (CLT), após o lançamento oficial da nova modalidade. Com uma carteira de crédito consignado de R$ 138,7 bilhões, o BB detém 20,2% do mercado, mas apenas R$ 2 bilhões são destinados ao setor privado. O […]

O Banco do Brasil (BB) anunciou sua intenção de expandir sua atuação no crédito consignado para trabalhadores com carteira assinada (CLT), após o lançamento oficial da nova modalidade. Com uma carteira de crédito consignado de R$ 138,7 bilhões, o BB detém 20,2% do mercado, mas apenas R$ 2 bilhões são destinados ao setor privado. O diretor de Empréstimos e Financiamentos, Antonio Chiarello, destacou que o consignado é uma parte fundamental da identidade do banco e que há grande potencial de crescimento nesse segmento.

Antes do lançamento do programa Crédito do Trabalhador, o BB já estava se preparando para atrair clientes, com a presidente Tarciana Medeiros afirmando que o banco busca crescer mais que seus concorrentes. O BB planejou campanhas publicitárias para promover a nova modalidade, que se diferencia pela análise conjunta das condições do trabalhador e da empresa, utilizando dados do Open Finance. Embora não haja uma meta específica de crescimento, a expectativa é que essa linha impulsione o crédito pessoal em 2025.

No primeiro dia de operação, o BB já apresentou ofertas vantajosas para os clientes. Um exemplo é a proposta de um empréstimo de R$ 11 mil para um vendedor de 26 anos, que resultou em uma parcela de R$ 678,66, significativamente inferior à sua atual de R$ 1.202,15. A taxa de juros também foi reduzida de 7,59% para 2,66% ao mês. Chiarello mencionou que o produto deve evoluir, com a possibilidade de portabilidade e inclusão de garantias do FGTS.

O governo estabeleceu regras para a nova operação, como a proibição de novos empréstimos para quem já possui crédito consignado ou pessoal sem renegociação. Os bancos devem oferecer taxas mais baixas durante essa transição. O BB acredita que essa nova linha de crédito não apenas diversificará seu portfólio, mas também reduzirá riscos, aproveitando sua experiência no setor.

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