A Petrobras registrou um aumento significativo na reinjeção de gás carbônico no pré-sal, alcançando 14,2 milhões de toneladas em 2024, um novo recorde. O volume reinjetado superou as 13 milhões de toneladas do ano anterior, conforme informações da própria companhia. Este esforço visa não apenas reduzir as emissões de carbono durante a produção de petróleo, […]
A Petrobras registrou um aumento significativo na reinjeção de gás carbônico no pré-sal, alcançando 14,2 milhões de toneladas em 2024, um novo recorde. O volume reinjetado superou as 13 milhões de toneladas do ano anterior, conforme informações da própria companhia. Este esforço visa não apenas reduzir as emissões de carbono durante a produção de petróleo, mas também otimizar a recuperação de óleo nos reservatórios.
De acordo com a Petrobras, a quantidade de gás carbônico injetada representa 28% da capacidade global reportada em 2024, que é de 51 milhões de toneladas. A estatal utiliza dados do relatório do Global CCS Institute, que trata sobre captura, utilização e armazenamento de carbono. Atualmente, 22 plataformas na Bacia de Santos estão equipadas com sistemas para essa captura e reinjeção.
Além de contribuir para a diminuição das emissões, a reinjeção de gás carbônico também melhora a eficiência na extração de petróleo. A Petrobras estabeleceu uma meta ambiciosa de atingir um total acumulado de 80 milhões de toneladas de gás carbônico até o final de 2025. Desde 2008, a empresa já acumulou 67,9 milhões de toneladas desse gás.
Essas iniciativas estão alinhadas com as estratégias da Petrobras para promover uma produção mais sustentável e eficiente, refletindo um compromisso com a redução das emissões de gases de efeito estufa e a melhoria dos processos de extração de petróleo no Brasil.
Entre na conversa da comunidade