Os analistas do Barclays revisaram suas metas de preço para três ações do setor industrial, mas não veem motivos para preocupação. A previsão para a Honeywell foi ajustada de R$ 251 para R$ 247, ainda indicando um potencial de valorização de cerca de 16% em relação ao fechamento de terça-feira. Os analistas mantiveram a recomendação […]
Os analistas do Barclays revisaram suas metas de preço para três ações do setor industrial, mas não veem motivos para preocupação. A previsão para a Honeywell foi ajustada de R$ 251 para R$ 247, ainda indicando um potencial de valorização de cerca de 16% em relação ao fechamento de terça-feira. Os analistas mantiveram a recomendação de compra, destacando que a empresa é uma das preferidas na cobertura do setor, especialmente devido à sua recente desvalorização de quase 6% no ano, enquanto o setor industrial do S&P 500 subiu cerca de 1%.
A Honeywell está se preparando para uma divisão em três empresas independentes, o que pode atrair investidores. O Barclays sugere que a empresa pode elevar suas previsões para 2025, dado que a orientação inicial foi conservadora. A análise indica que a valorização potencial da Honeywell, considerando a divisão, é significativa. Na quarta-feira, as ações da empresa subiram menos de 1%.
Em relação à Eaton, o Barclays reduziu a meta de preço de R$ 325 para R$ 315, o que ainda representa um aumento de aproximadamente 5% em relação ao fechamento anterior. A empresa mantém uma classificação de “manter” suas ações, mas a incerteza sobre os investimentos em inteligência artificial por grandes provedores de nuvem continua a ser uma preocupação. Apesar disso, a Eaton deve se beneficiar de sua exposição a centros de dados e atualizações na rede elétrica, prevendo um crescimento de vendas e lucros superior ao de seus concorrentes.
Por fim, a previsão para a Dover foi ajustada de R$ 213 para R$ 205, refletindo uma suavização nas vendas de curto prazo. Essa nova meta ainda sugere um potencial de valorização de mais de 15%. Os analistas acreditam que as vendas da empresa podem acelerar até o exercício fiscal de 2025, à medida que os desafios no setor de latas de bebidas diminuem. O cenário atual para as ações industriais é complexo, com incertezas econômicas e questões específicas de cada empresa influenciando o mercado.
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