- A primeira página de 17 de março de 1990 do Estadão foi dedicada ao Plano Collor, lançado no dia anterior.
- A matéria explicou a reforma monetária que trocou a moeda e o confisco de valores acima de 50 mil cruzados novos depositados em contas, entre outras medidas.
- A cobertura ressaltou o impacto das medidas no dia a dia dos brasileiros e a preocupação do empresariado.
- O Jornal da Tarde mostrou seu diferencial, com o espaço Seu Dinheiro ampliado e transformado em suplemento.
- Em 31 de janeiro de 1991, a equipe econômica anunciou o Plano Collor 2, com novos congelamentos de preços e salários.
O Estadão dedicou a primeira página de 17 de março de 1990 à cobertura do Plano Collor, lançado no dia anterior. A matéria destacou as mudanças do pacote econômico e a inquietação do empresariado em relação ao ajuste fiscal.
A reportagem de Economia, assinada por Cida Damasco, chamou o plano de o programa econômico mais ousado da história do país. Explicou a reforma monetária, a substituição da moeda e o confisco de valores acima de 50 mil cruzados novos em contas correntes.
O noticiário também enfatizou o impacto direto no cotidiano do brasileiro, preparando o terreno para o amplo debate político sobre a viabilidade do pacote. Foi citado o desafio de viabilizar um corte severo nos gastos públicos.
Repercussões e desdobramentos
O Jornal da Tarde, publicação do Grupo Estado, ressaltou a diferença de percepção entre leitores sobre as medidas. A cobertura destacou a expectativa de mudanças rápidas na economia.
O espaço Seu Dinheiro, de Celso Ming, ganhou formato ampliado, reforçando a cobertura de economia com uma leitura mais aprofundada das consequências do plano para pessoas e empresas. Em 31 de janeiro de 1991, o governo anunciou o Plano Collor 2, com novos congelamentos de preços e salários.
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