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América Latina se destaca em meio à turbulência do mercado global e guerra comercial dos EUA

- A guerra comercial dos EUA, liderada por Trump, poupou a América Latina. - O índice MSCI Latam supera o S&P 500 em 2025, atraindo investidores. - Brasil e México se destacam com mercados em alta e moedas valorizadas. - A reorganização do comércio global pode beneficiar a região em longo prazo. - Volatilidade em Wall Street leva a uma revisão das expectativas de crescimento.

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As ações e títulos da América Latina estão se destacando em meio à guerra comercial entre os Estados Unidos e outros países, especialmente a China. O índice de ações MSCI Latam superou o S&P 500 em mais de 20 pontos percentuais até o momento em 2025, com o Brasil e o México apresentando desempenhos positivos. A região foi, em grande parte, poupada de tarifas adicionais, o que contribuiu para essa valorização.

Kathryn Exum, codiretora de pesquisa soberana da Gramercy, afirmou que a América Latina pode se beneficiar de uma reorganização do comércio global, atraindo novos investidores. Economistas destacam que o Brasil está bem posicionado para lidar com tarifas, enquanto o México deve continuar a receber tratamento preferencial dos EUA.

Essa mudança de foco para a América Latina ocorre após meses de volatilidade em Wall Street, onde os ativos dos EUA eram considerados os mais seguros. Shamaila Khan, chefe de renda fixa para mercados emergentes e Ásia-Pacífico do UBS, observou que os ativos dos mercados emergentes estão se destacando devido a fundamentos melhorados e avaliações atraentes.

Entretanto, as recentes vendas no mercado, impulsionadas por tarifas da China, lembram que a economia global pode impactar todos os mercados. O tamanho do mercado de ações latino-americano é uma limitação, com as dez principais empresas do índice MSCI Latam possuindo uma capitalização de mercado de cerca de R$ 230 bilhões, em contraste com a capitalização de mercado da Apple, que é de aproximadamente R$ 3 trilhões. As particularidades da região também podem dificultar mais investimentos.

As ações e títulos da América Latina estão se destacando em meio à guerra comercial entre os Estados Unidos e outros países, especialmente a China. O índice de ações MSCI Latam superou o S&P 500 em mais de 20 pontos percentuais até o momento em 2025, enquanto o desempenho positivo do Brasil e do México chama a atenção dos investidores. A região, em grande parte, foi poupada de tarifas adicionais, o que contribuiu para essa valorização.

A codiretora de pesquisa soberana da Gramercy, Kathryn Exum, destacou que a América Latina pode se beneficiar de uma reorganização do comércio global, com a possibilidade de atrair novos tipos de investidores. O Brasil e o México, as maiores economias da região, apresentam mercados de ações em alta e moedas valorizadas em relação ao dólar. Economistas afirmam que o Brasil está bem posicionado para lidar com tarifas, enquanto o México deve continuar a receber tratamento preferencial dos EUA.

A mudança de foco para a América Latina ocorre após meses de volatilidade em Wall Street, onde os ativos dos EUA eram considerados os mais seguros. A chefe de renda fixa para mercados emergentes e Ásia-Pacífico do UBS, Shamaila Khan, observou que os ativos dos mercados emergentes estão se destacando devido a fundamentos melhorados e avaliações atraentes. Essa tendência sugere um questionamento do excepcionalismo dos EUA entre os investidores.

Entretanto, as recentes vendas no mercado, impulsionadas por tarifas da China, lembram que a economia global pode impactar todos os mercados. O tamanho do mercado de ações latino-americano é uma limitação, com as dez principais empresas do índice MSCI Latam possuindo uma capitalização de mercado de cerca de US$ 230 bilhões, em contraste com a capitalização de mercado da Apple, que é de aproximadamente US$ 3 trilhões. As particularidades da região também podem dificultar mais investimentos, conforme apontou o diretor de renda fixa de mercados emergentes da T. Rowe Price, Samy Muaddi.

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