A Assembleia Legislativa do Amazonas aprovou um projeto de lei que altera o nome da castanha-do-Pará para castanha-da-Amazônia. O deputado estadual Sinésio Campos (PT), autor da proposta, argumenta que a produção do fruto não se limita ao Pará, sendo cultivada em vários estados da região amazônica, incluindo o Amazonas, que tem aumentado sua participação na produção nacional.
A mudança de nome tem como objetivo fortalecer a marca do produto nos mercados interno e externo. Sinésio Campos acredita que essa nova denominação pode valorizar a castanha, um produto tradicional da Amazônia. O projeto agora aguarda a sanção do governador Wilson Lima (União).
Além disso, o deputado planeja levar uma cópia da proposta ao Parlamento Amazônico, que reúne deputados estaduais de todos os nove estados da Amazônia, para incentivar a aprovação de legislações semelhantes. Essa ação pode ajudar a promover a identidade e a comercialização da castanha em uma escala mais ampla.
A castanha-da-Amazônia é um produto importante para a economia e cultura da região. A mudança de nome pode refletir um esforço para reconhecer sua origem e aumentar seu consumo, trazendo benefícios para os produtores locais e para a economia da Amazônia.
A Assembleia Legislativa do Amazonas aprovou um projeto de lei que altera a denominação da castanha-do-Pará para castanha-da-Amazônia. O autor da proposta, o deputado estadual Sinésio Campos (PT), destacou que a produção do fruto não se limita ao estado do Pará, sendo cultivada em diversos estados da região amazônica, incluindo o Amazonas, que tem ampliado sua participação na produção nacional.
A mudança de nome visa fortalecer a marca do produto tanto no mercado interno quanto no externo. Sinésio Campos acredita que essa nova denominação pode aumentar a valorização da castanha, que é um produto tradicional da Amazônia. O projeto agora aguarda a sanção do governador Wilson Lima (União).
Além disso, o deputado afirmou que levará uma cópia da proposta ao Parlamento Amazônico, que reúne deputados estaduais de todos os nove estados da Amazônia, com o intuito de convencê-los a aprovar legislações semelhantes. Essa iniciativa pode impulsionar a identidade e a comercialização da castanha em uma escala mais ampla.
A castanha-da-Amazônia é um produto de grande importância econômica e cultural para a região, e a mudança de nome pode refletir um esforço para reconhecer sua origem e promover seu consumo. A expectativa é que a nova denominação traga benefícios significativos para os produtores locais e para a economia da Amazônia.
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