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Atlético-MG enfrenta dificuldades na captação de R$ 100 milhões do FIGA e busca novos investidores

- O Atlético-MG enfrenta R$ 1,4 bilhão em dívidas, com R$ 900 milhões onerosos. - O FIGA arrecadou apenas R$ 6,1 milhões, muito abaixo da meta de R$ 100 milhões. - Rubens Menin se comprometeu a completar o aporte até dezembro de 2026. - O CEO Bruno Muzzi enfatiza a urgência de novos investimentos para reduzir dívidas. - O FIGA, criado em julho de 2023, permite que torcedores invistam no clube.

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O Atlético-MG enfrenta sérias dificuldades financeiras, com dívidas que totalizam R$ 1,4 bilhão, sendo R$ 900 milhões consideradas onerosas. Para tentar melhorar essa situação, o clube criou o Fundo de Investimentos e Participações Multiestratégia (FIGA), com a expectativa de arrecadar R$ 100 milhões de torcedores. No entanto, até janeiro de 2025, apenas R$ 6,1 milhões foram captados. O principal investidor do clube, Rubens Menin, se comprometeu a completar o aporte até 2026.

O CEO do Atlético, Bruno Muzzi, ressaltou a urgência de novos investimentos para reduzir as dívidas. Ele afirmou que a geração de caixa e a venda de atletas não são suficientes para resolver a situação financeira do clube a curto prazo, sendo necessário um novo aporte de capital para garantir uma estrutura financeira adequada e sustentável. O FIGA, criado em julho de 2023, permite que torcedores façam investimentos com participação minoritária, com o valor unitário da cota fixado em R$ 1 milhão.

Apesar das expectativas iniciais, a captação do FIGA não atingiu nem 10% do valor projetado. Menin havia garantido que o investimento seria aplicado imediatamente, mas isso não ocorreu conforme o planejado. Recentemente, um novo investidor, Daniel Vorcaro, injetou R$ 200 milhões no clube, divididos em quatro parcelas, para ajudar a quitar dívidas. Com essa mudança, Vorcaro se tornou o segundo maior investidor da Galo Holding, atrás da família Menin.

A situação financeira do Atlético-MG continua a exigir atenção e ações efetivas para garantir sua saúde financeira a longo prazo. O clube busca soluções para equilibrar suas contas e se tornar sustentável, enfrentando um cenário desafiador que demanda novos aportes e investimentos.

O Atlético-MG enfrenta um cenário financeiro desafiador, com dívidas que totalizam R$ 1,4 bilhão, sendo R$ 900 milhões consideradas onerosas. O clube havia criado o Fundo de Investimentos e Participações Multiestratégia (FIGA) com a expectativa de arrecadar R$ 100 milhões de torcedores, mas até janeiro de 2025, apenas R$ 6,1 milhões foram captados. Rubens Menin, principal investidor do clube, se comprometeu a completar o aporte até 2026.

O CEO do Atlético, Bruno Muzzi, enfatizou a urgência de novos investimentos para reduzir as dívidas. Em entrevista, Muzzi destacou que a geração de caixa e a venda de atletas não são suficientes para resolver a situação financeira do clube a curto prazo. Ele afirmou que é necessário um novo aporte de capital para garantir uma estrutura de capital adequada e tornar o clube sustentável.

O FIGA, criado em julho de 2023, visa permitir que torcedores façam investimentos com participação minoritária. O valor unitário da cota é de R$ 1 milhão. Apesar das expectativas iniciais, a captação não atingiu nem 10% do valor projetado. Menin havia garantido que o investimento seria aplicado imediatamente, mas isso não ocorreu conforme o planejado.

Recentemente, um novo investidor, Daniel Vorcaro, injetou R$ 200 milhões no clube, divididos em quatro parcelas, para ajudar a quitar dívidas. Com essa mudança, Vorcaro se tornou o segundo maior investidor da Galo Holding, atrás da família Menin. A situação financeira do Atlético-MG continua a exigir atenção e ações efetivas para garantir sua saúde financeira a longo prazo.

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