O Carrefour aumentou sua oferta para fechar o capital do Atacadão, passando de R$ 7,70 para R$ 8,50 por ação, o que representa um acréscimo de dez por cento. Essa nova proposta também oferece um prêmio de quatorze por cento em relação ao preço de fechamento anterior, que era de R$ 7,43. A mudança foi anunciada em um documento da empresa e ocorre em um momento crítico, com a votação dos acionistas remarcada para 25 de abril, devido à resistência dos acionistas minoritários à oferta inicial.
Consultoras de mercado, como Glass Lewis e ISS, recomendaram que os acionistas votassem contra a proposta original, argumentando que a avaliação da empresa estava subestimada, especialmente em um período de baixa histórica das ações. Analistas do Santander também apoiaram essa visão, sugerindo que os acionistas minoritários deveriam rejeitar a oferta inicial para buscar um valor mais elevado.
Para que o acordo seja aprovado, é necessário o apoio de pelo menos metade do free float da empresa, que atualmente corresponde a cerca de quinhentos e oitenta e três milhões de ações, ou vinte e sete vírgula seis por cento. Recentemente, a Península Participações, o segundo maior acionista do Atacadão, anunciou a divisão de sua participação, o que pode impactar a votação, já que parte das ações agora será considerada free float.
Os papéis do Atacadão apresentaram uma alta de dez vírgula trinta e seis por cento, sendo cotados a R$ 8,20 por volta das 11h30 em Brasília. A movimentação do Carrefour e as reações dos acionistas refletem um cenário de tensão e expectativa no mercado, à medida que se aproxima a data da votação.
O Carrefour anunciou um aumento na oferta para fechar o capital do Atacadão, passando de R$ 7,70 para R$ 8,50 por ação, representando um incremento de 10%. A nova proposta, que também oferece um prêmio de 14% sobre o preço de fechamento anterior de R$ 7,43, foi divulgada em um documento da empresa. A mudança ocorre em um momento crucial, com a votação de acionistas remarcada para 25 de abril, após a resistência dos acionistas minoritários à oferta inicial.
As consultoras Glass Lewis e ISS recomendaram que os acionistas votassem contra a proposta original, alegando que o valuation subestimava a empresa, especialmente considerando que a oferta foi feita em um período de baixa histórica das ações. Analistas do Santander também apoiaram essa visão, sugerindo que os acionistas minoritários deveriam rejeitar a oferta inicial para buscar um valor mais elevado.
Para que o acordo seja aprovado, é necessário o apoio de pelo menos metade do free float da empresa, que atualmente corresponde a cerca de 583 milhões de ações, ou 27,6%. Recentemente, a Península Participações, o segundo maior acionista do Atacadão, anunciou a divisão de sua participação, o que pode impactar a votação, já que parte das ações agora será considerada free float.
Os papéis do Atacadão apresentaram uma alta de 10,36%, sendo cotados a R$ 8,20 por volta das 11h30 em Brasília. A movimentação do Carrefour e as reações dos acionistas refletem um cenário de tensão e expectativa no mercado, à medida que se aproxima a data da votação.
Entre na conversa da comunidade