Em 2002, a concessionária Comercial Gaúcha Volkswagen, localizada em Estrela, no Rio Grande do Sul, foi descredenciada pela montadora Volkswagen devido à baixa demanda de vendas, que não atingia a meta de sessenta carros por mês. O proprietário, Otmar Essig, decidiu não vender a frota de veículos 0 km, optando por mantê-los intactos, como um museu particular. Essa decisão inusitada chamou a atenção ao longo dos anos, especialmente pela preservação de modelos como o Volkswagen Quantum e Fuscas da série Itamar.
Otmar cuidava pessoalmente da limpeza dos carros e manteve essa rotina até 2017, quando problemas de saúde o impediram de continuar. Ele faleceu em 2022, e a família respeitou sua vontade de preservar os veículos. Em 2025, quase 23 anos após o fechamento da concessionária, a frota foi finalmente colocada à venda, após a regularização da documentação. Os carros, que nunca foram faturados, são considerados novos legalmente e foram vendidos pelo CNPJ da Comercial Gaúcha, que permanece ativo desde mil novecentos e sessenta e sete.
O novo proprietário adquiriu a coleção e planeja levar os veículos para os Estados Unidos para exposição. A venda foi realizada com discrição, atendendo ao desejo de Otmar de que a coleção fosse vendida junta. O episódio, conhecido como “concessionária fantasma”, destaca a singularidade do mercado automotivo brasileiro e a preservação de um legado. A história de Otmar e sua coleção de carros intocados por duas décadas se tornou um marco, refletindo a paixão por automóveis e a importância da memória no setor.
Em 2002, a concessionária Comercial Gaúcha Volkswagen, em Estrela (RS), foi descredenciada pela montadora devido à baixa demanda, que não atingia a meta de vendas de sessenta carros mensais. O proprietário, Otmar Essig, decidiu não vender a frota de veículos 0 km, optando por mantê-los intactos, como um museu particular. Essa decisão inusitada chamou a atenção ao longo dos anos, especialmente pela preservação dos modelos, como o Volkswagen Quantum e Fuscas da série Itamar.
Otmar, que cuidava pessoalmente da limpeza dos carros, manteve a rotina até 2017, quando problemas de saúde o impediram de continuar. Ele faleceu em 2022, e a família respeitou sua vontade de preservar os veículos. Somente em 2025, quase 23 anos após o fechamento da concessionária, a frota foi colocada à venda, após regularização da documentação. Os carros, considerados novos legalmente, foram vendidos pelo CNPJ da Comercial Gaúcha, que permanece ativo desde mil novecentos e sessenta e sete.
O novo proprietário, que adquiriu a coleção, planeja levar os veículos para os Estados Unidos para exposição. A venda foi feita com discrição, atendendo ao desejo de Otmar de que a coleção fosse vendida junta. A situação dos carros, que nunca foram faturados, permitiu que fossem comercializados como veículos novos, mesmo sendo modelos fabricados há mais de trinta anos.
Esse episódio, conhecido como “concessionária fantasma”, destaca a singularidade do mercado automotivo brasileiro e a preservação de um legado. A história de Otmar e sua coleção de carros intocados por duas décadas se tornou um marco, refletindo a paixão por automóveis e a importância da memória no setor.
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