O aeroporto internacional de Hong Kong terá uma nova instalação de armazenamento de arte, com previsão de inauguração ainda este ano ou no início do próximo. O espaço, que contará com controle de temperatura, faz parte de um sistema abrangente para escritórios familiares na cidade, conforme informou Jason Fong, chefe global de escritórios familiares da InvestHK, órgão governamental responsável por investimentos estrangeiros. A criação dessa instalação foi anunciada pelo chefe do Executivo, John Le Ka-Chiu, em outubro de 2022, como uma das oito medidas para atrair pelo menos 200 grandes escritórios familiares até o final deste ano.
Essa instalação representa a última das medidas propostas e visa formar um ecossistema robusto para a operação de escritórios familiares em Hong Kong. Fong destacou que muitas famílias ricas colecionam arte para estabelecer um legado familiar, e a nova estrutura permitirá que elas armazenem suas coleções em um ambiente seguro e controlado. Lok Yim, chefe regional de private banking da HSBC para a Ásia-Pacífico, afirmou que a instalação é crucial para elevar Hong Kong a um centro de arte de nível global, oferecendo serviços logísticos de alta qualidade.
Além do armazenamento de arte, o projeto “Skytopia”, anunciado em janeiro pela Autoridade do Aeroporto de Hong Kong, incluirá uma marina, hotéis, mercados e um espaço para performances com capacidade para 20 mil pessoas. Embora existam outros provedores de armazenamento de arte na cidade, Fong considera essas opções inadequadas. Ele ressaltou que compradores internacionais poderão inspecionar obras de arte na nova instalação, facilitando negociações rápidas e aumentando o papel de Hong Kong como centro de comércio de arte.
Em 2022, Hong Kong registrou um aumento de cinquenta por cento no comércio de arte, com importações atingindo US$ 30,7 bilhões e exportações chegando a US$ 33,4 bilhões. Segundo o relatório da Art Basel e UBS sobre coleta global, sessenta e nove por cento dos indivíduos na cidade com ativos investíveis de um milhão de dólares ou mais adquiriram novas obras. Amy Lo Choi-wan, presidente da UBS na Ásia, afirmou que os projetos em parceria com a Art Basel reforçam o papel de Hong Kong como um centro cultural global, onde tradição e modernidade se encontram.
O aeroporto internacional de Hong Kong contará com uma nova instalação de armazenamento de arte, que será inaugurada ainda este ano ou no início do próximo. O espaço, que terá controle de temperatura, faz parte de um “sistema abrangente para escritórios familiares” na cidade, conforme informou Jason Fong, chefe global de escritórios familiares da InvestHK, órgão governamental responsável por investimentos estrangeiros. A criação dessa instalação foi anunciada pelo chefe do Executivo, John Le Ka-Chiu, em outubro de 2022, como uma das oito medidas para atrair pelo menos 200 grandes escritórios familiares até o final deste ano.
A nova instalação representa a última das medidas propostas e visa formar um ecossistema robusto para a operação de escritórios familiares em Hong Kong. Fong destacou que muitas famílias ricas colecionam arte para estabelecer um legado familiar, e a nova estrutura permitirá que elas armazenem suas coleções em um ambiente seguro e controlado. Lok Yim, chefe regional de private banking da HSBC para a Ásia-Pacífico, afirmou que a instalação é crucial para elevar Hong Kong a um centro de arte de nível global, oferecendo serviços logísticos de alta qualidade.
Além do armazenamento de arte, o projeto “Skytopia”, anunciado em janeiro pela Autoridade do Aeroporto de Hong Kong, incluirá uma marina, hotéis, mercados e um espaço para performances com capacidade para 20 mil pessoas. Embora existam outros provedores de armazenamento de arte na cidade, Fong considera essas opções inadequadas. Ele ressaltou que compradores internacionais poderão inspecionar obras de arte na nova instalação, facilitando negociações rápidas e aumentando o papel de Hong Kong como centro de comércio de arte.
Em 2022, Hong Kong registrou um aumento de cinquenta por cento no comércio de arte, com importações atingindo US$ 30,7 bilhões e exportações chegando a US$ 33,4 bilhões. Segundo o relatório da Art Basel e UBS sobre coleta global, sessenta e nove por cento dos indivíduos na cidade com ativos investíveis de um milhão de dólares ou mais adquiriram novas obras. Amy Lo Choi-wan, presidente da UBS na Ásia, afirmou que os projetos em parceria com a Art Basel reforçam o papel de Hong Kong como um centro cultural global, onde tradição e modernidade se encontram.
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