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IGP-DI registra queda de 0,50% em março, influenciado por preços do arroz e minério de ferro

- O IGP-DI caiu 0,50% em março, superando a expectativa de queda de 0,47%. - A redução nos preços do arroz e do minério de ferro impactou o índice. - O IPC subiu 0,44%, com destaque para a queda nas passagens aéreas. - O INCC teve alta de 0,39%, ligeiramente abaixo do mês anterior. - O IGP-DI mede variações de preços ao produtor, consumidor e na construção civil.

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O Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) apresentou uma queda de 0,50% em março, superando a expectativa de redução de 0,47%. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), essa diminuição foi impulsionada principalmente pela queda nos preços do arroz e do minério de ferro, após um aumento de 1,0% no mês anterior. O economista André Braz, do FGV IBRE, destacou que todos os componentes do IGP mostraram desaceleração.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI), que representa 60% do IGP-DI, caiu 0,88% em março, em comparação com um aumento de 1,03% em fevereiro. As principais contribuições para essa queda vieram do minério de ferro, que passou de -0,54% para -4,74%, e da carne bovina, que caiu de -2,72% para -5,21%. O arroz em casca também teve uma queda significativa, de -2,53% para -11,51%.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que compõe 30% do IGP-DI, subiu 0,44%, desacelerando em relação à alta de 1,18% em fevereiro. Quatro das oito classes que compõem o IPC apresentaram decréscimos, com destaque para as passagens aéreas, que caíram 10,38% no mês. O arroz também teve uma redução de 1,21%, após uma queda de 1,35% no mês anterior.

O Índice Nacional de Custo de Construção (INCC) registrou uma alta de 0,39% em março, ligeiramente abaixo do ganho de 0,40% do mês anterior. O IGP-DI é um indicador importante que avalia a variação de preços ao produtor, consumidor e na construção civil, sendo calculado entre o primeiro e o último dia do mês de referência.

O Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) registrou uma queda de 0,50% em março, superando a expectativa de redução de 0,47%. A Fundação Getulio Vargas (FGV) destacou que essa diminuição foi influenciada principalmente pela queda nos preços do arroz e do minério de ferro, após um aumento de 1,0% no mês anterior. O economista André Braz, do FGV IBRE, afirmou que todos os componentes do IGP apresentaram desaceleração.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI), que representa 60% do IGP-DI, caiu 0,88% em março, em comparação com um aumento de 1,03% em fevereiro. As principais contribuições para essa queda vieram do minério de ferro, que passou de -0,54% para -4,74%, e da carne bovina, que caiu de -2,72% para -5,21%. O arroz em casca também teve uma queda significativa, de -2,53% para -11,51%.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que compõe 30% do IGP-DI, subiu 0,44%, desacelerando em relação à alta de 1,18% em fevereiro. Quatro das oito classes que compõem o IPC apresentaram decréscimos, com destaque para as passagens aéreas, que caíram 10,38% no mês. O arroz também teve uma redução de 1,21%, após uma queda de 1,35% no mês anterior.

Por fim, o Índice Nacional de Custo de Construção (INCC) teve uma alta de 0,39% em março, ligeiramente abaixo do ganho de 0,40% registrado em fevereiro. O IGP-DI é um importante indicador que avalia a variação de preços ao produtor, consumidor e na construção civil, sendo calculado entre o primeiro e o último dia do mês de referência.

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