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Mercados latino-americanos enfrentam queda histórica com temores de recessão global

- Índices de ações e moedas da América Latina caíram, com MSCI em queda de 6,7%. - A China impôs tarifas de 34% sobre produtos dos EUA, intensificando a guerra comercial. - Empresas de energia, como Petrobras e Ecopetrol, sofreram perdas significativas. - Moedas latino-americanas desvalorizaram, com o peso mexicano caindo 2,9%. - A desaceleração econômica global pode impactar a demanda por commodities da região.

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Os índices de ações e moedas da América Latina enfrentaram uma queda acentuada, com o MSCI registrando desvalorização de 6,7%, a maior em cinco anos. Essa situação foi impulsionada pela decisão da China de impor tarifas adicionais de 34% sobre produtos dos Estados Unidos, gerando preocupações sobre uma possível recessão global. Economias da região, que dependem fortemente da exportação de commodities, estão particularmente vulneráveis.

As principais empresas de energia também sofreram perdas significativas. A Petrobras caiu 4,8%, a Ecopetrol da Colômbia recuou 6,5% e a YPF da Argentina despencou 12,2%. A Vale teve uma queda de 4,4%, impactando o Ibovespa. Os índices de ações no México, Colômbia, Chile e Peru caíram entre 2% e 3%, enquanto o Merval da Argentina teve uma queda de 10,3%.

As moedas da região também foram afetadas, com o indicador da MSCI enfraquecendo 3,3% em relação ao dólar. O peso mexicano desvalorizou-se 2,9%, enquanto as moedas do Chile e do Peru perderam 3,1% e 0,7%, respectivamente, devido à queda nos preços do cobre. O real brasileiro se desvalorizou cerca de 2,8%. A retaliação da China pode acelerar a busca por fornecedores alternativos, como o Brasil.

Além disso, a presidente do comitê autônomo de regras fiscais da Colômbia, Astrid Martinez, alertou que o país precisará de um ajuste orçamentário adicional para cumprir as regras fiscais em 2025. A combinação de incertezas econômicas e questões fiscais internas agrava a situação para os países latino-americanos em meio a um cenário global volátil.

Os índices de ações e moedas da América Latina enfrentaram uma queda acentuada nesta sexta-feira, com o MSCI registrando uma desvalorização de 6,7%, a maior em cinco anos. A queda foi impulsionada pela recente decisão da China de impor tarifas adicionais de 34% sobre produtos dos Estados Unidos, gerando preocupações sobre uma possível recessão global. A situação é crítica, especialmente para economias da região que dependem fortemente da exportação de commodities.

As principais empresas de energia da América Latina sofreram perdas significativas, com a Petrobras (PETR4) caindo 4,8%, a Ecopetrol da Colômbia recuando 6,5% e a YPF da Argentina despencando 12,2%. A Vale (VALE3) também teve uma queda de 4,4%, impactando o Ibovespa. Os índices de ações no México, Colômbia, Chile e Peru caíram entre 2% e 3%, enquanto o Merval da Argentina teve uma queda de 10,3%.

As moedas da região também foram afetadas, com o indicador da MSCI enfraquecendo 3,3% em relação ao dólar. O peso mexicano desvalorizou-se 2,9%, enquanto as moedas do Chile e do Peru perderam 3,1% e 0,7%, respectivamente, devido à queda nos preços do cobre. O real brasileiro se desvalorizou cerca de 2,8%. A retaliação da China pode acelerar a busca por fornecedores alternativos, como o Brasil, em um cenário semelhante ao da guerra comercial anterior.

Além disso, a presidente do comitê autônomo de regras fiscais da Colômbia, Astrid Martinez, alertou que o país precisará de um ajuste orçamentário adicional para cumprir as regras fiscais em 2025. A combinação de incertezas econômicas e questões fiscais internas agrava a situação para os países latino-americanos em meio a um cenário global volátil.

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