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Ouro se afasta de recorde histórico em meio a temores de guerra comercial global

- O ouro caiu 2,4%, afastando-se do recorde de US$ 3.167,84 por onça. - A venda de ativos e a queda das ações dos EUA impactaram o metal precioso. - A expectativa de cortes de juros pelo Federal Reserve influenciou o mercado. - O ouro subiu quase 16% em 2025, impulsionado por compras de bancos centrais. - A prata despencou 6,8%, enquanto platina e paládio também enfrentaram quedas.

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O preço do ouro caiu 2,4% na última sexta-feira, afastando-se do recorde histórico de US$ 3.167,84 por onça, que foi alcançado após os anúncios de tarifas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Essa queda é resultado de uma venda generalizada de ativos, em meio à crescente preocupação com os efeitos de uma guerra comercial global. Apesar de ser visto como um investimento seguro, o ouro não conseguiu escapar da reação negativa do mercado.

As ações nos Estados Unidos também enfrentaram uma forte desvalorização, com o Índice Nasdaq 100 entrando em recessão e o Índice S&P 500 se aproximando de sua pior semana desde março de 2020. Nicky Shiels, chefe de pesquisa e estratégia de metais da MKS Pamp SA, destacou que há uma “destruição severa de riqueza” devido à queda no valor de mercado das ações. Os investidores estão aumentando suas expectativas em relação a cortes nas taxas de juros do Federal Reserve, o que resultou na valorização dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos.

Apesar do impacto das tarifas, o ouro deve se beneficiar de um ambiente econômico e geopolítico volátil ao longo do ano. Até agora, o metal precioso subiu quase 16% em 2025, impulsionado por compras significativas de bancos centrais e uma demanda robusta na Ásia. O preço do ouro à vista estava em US$ 3.041,11 por onça, às 10h59 em Nova York, sinalizando sua primeira perda semanal em cinco.

Além do ouro, outros metais preciosos também registraram quedas. A prata despencou 6,8% após uma queda de 6% na sessão anterior, enquanto a platina e o paládio também apresentaram desvalorização. O cenário atual reflete uma instabilidade nos mercados, que continua a impactar os preços dos metais preciosos.

O preço do ouro caiu 2,4% na última sexta-feira, afastando-se ainda mais do recorde histórico de US$ 3.167,84 por onça, alcançado após os anúncios de tarifas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A queda reflete uma venda generalizada de ativos, em meio à crescente ansiedade sobre os impactos de uma guerra comercial global. Os investidores estão se desfazendo do metal precioso, que, apesar de ser considerado um refúgio seguro, não escapou da reação negativa do mercado.

As ações dos Estados Unidos enfrentaram uma forte queda, com o Índice Nasdaq 100 entrando em recessão e o Índice S&P 500 se aproximando de sua pior semana desde março de 2020. O chefe de pesquisa e estratégia de metais da MKS Pamp SA, Nicky Shiels, comentou que há uma “destruição severa de riqueza” devido à queda no valor de mercado das ações. Os investidores também aumentaram suas expectativas em relação a cortes nas taxas de juros do Federal Reserve, resultando em uma valorização dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos.

Apesar do impacto das tarifas, o ouro ainda deve se beneficiar de um ambiente econômico e geopolítico volátil ao longo do ano. Até agora, o metal precioso subiu quase 16% em 2025, impulsionado por compras massivas de bancos centrais e uma demanda robusta na Ásia. O preço do ouro à vista estava em US$ 3.041,11 por onça, às 10h59 em Nova York, sinalizando sua primeira perda semanal em cinco.

Além do ouro, outros metais preciosos também registraram quedas significativas. A prata despencou 6,8%, após uma queda de 6% na sessão anterior, enquanto a platina e o paládio também apresentaram desvalorização. O cenário atual reflete uma instabilidade nos mercados, que continua a impactar os preços dos metais preciosos.

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