A Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) anunciou que não considera certas stablecoins como valores mobiliários. Essa definição abrange stablecoins que mantêm um valor estável em relação ao dólar americano e que podem ser resgatadas por esse valor, desde que sejam lastreadas por ativos de baixo risco. A SEC esclareceu que a emissão dessas stablecoins não envolve a venda de valores mobiliários, embora proíba o pagamento de juros aos detentores. Essa posição surge em um momento em que o setor de stablecoins está crescendo, com expectativa de que o Congresso aprove legislação sobre o tema.
Atualmente, duas propostas de lei sobre stablecoins estão em discussão no Congresso dos Estados Unidos. O Stablecoin Transparency and Accountability for a Better Ledger Economy Act (STABLE) foi aprovado pela Câmara dos Representantes, enquanto o Guiding and Establishing National Innovation for U.S. Stablecoins Act (GENIUS), que oferece uma abordagem mais flexível, foi aprovado pelo Comitê Bancário do Senado. Ambas as propostas visam regular o mercado de stablecoins, mas com enfoques diferentes em relação à inovação e supervisão.
O mercado de stablecoins tem apresentado um crescimento significativo, com um aumento de aproximadamente 11% em 2025 e 47% no último ano. Tether e USD Coin são as principais stablecoins, utilizadas amplamente em transações e como colaterais em finanças descentralizadas (DeFi). A crescente adoção por investidores institucionais e a integração com o sistema financeiro tradicional são vistas como fatores que impulsionam essa expansão.
Além disso, a Fidelity Investments lançou um plano de aposentadoria que permite investimentos diretos em criptomoedas, incluindo Bitcoin e Ethereum. Essa iniciativa, junto com a aprovação do STABLE Act, sinaliza um movimento crescente em direção à aceitação das criptomoedas no mercado financeiro convencional, destacando a importância das stablecoins como uma ponte entre os dois mundos.
A Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) anunciou que não considera certas stablecoins como valores mobiliários. A definição inclui stablecoins que mantêm um valor estável em relação ao dólar americano e que podem ser resgatadas por esse valor, desde que sejam lastreadas por ativos de baixo risco. A SEC esclareceu que a emissão dessas stablecoins não envolve a venda de valores mobiliários, embora proíba o pagamento de juros aos detentores. Essa posição surge em um momento em que o setor de stablecoins está crescendo, com expectativa de que o Congresso aprove legislação sobre o tema.
Atualmente, duas propostas de lei sobre stablecoins estão em discussão no Congresso dos Estados Unidos. O Stablecoin Transparency and Accountability for a Better Ledger Economy Act (STABLE) foi aprovado pela Câmara dos Representantes, enquanto o Guiding and Establishing National Innovation for U.S. Stablecoins Act (GENIUS), que oferece uma abordagem mais flexível, foi aprovado pelo Comitê Bancário do Senado. Ambas as propostas visam regular o mercado de stablecoins, mas com enfoques diferentes em relação à inovação e supervisão.
O mercado de stablecoins tem apresentado um crescimento significativo, com um aumento de aproximadamente 11% em 2025 e 47% no último ano. Tether e USD Coin são as principais stablecoins, utilizadas amplamente em transações e como colaterais em finanças descentralizadas (DeFi). A crescente adoção por investidores institucionais e a integração com o sistema financeiro tradicional são vistas como fatores que impulsionam essa expansão.
Além disso, a Fidelity Investments lançou um plano de aposentadoria que permite investimentos diretos em criptomoedas, incluindo Bitcoin e Ethereum. Essa iniciativa, junto com a aprovação do STABLE Act, sinaliza um movimento crescente em direção à aceitação das criptomoedas no mercado financeiro convencional, destacando a importância das stablecoins como uma ponte entre os dois mundos.
Entre na conversa da comunidade