Investidores têm encontrado dificuldades para obter retornos superiores ao mercado, frequentemente perdendo oportunidades devido a decisões emocionais. Estudos recentes revelam que investidores inativos, conhecidos como “mortos”, que adotam uma estratégia de compra e manutenção, superam os investidores ativos em termos de retorno. Essa abordagem evita custos e impostos associados ao trading ativo, que muitas vezes resulta de decisões impulsivas.
Brad Klontz, planejador financeiro e psicólogo, aponta que o maior obstáculo para os retornos dos investidores é o comportamento humano. Ele destaca que a venda em momentos de pânico e a compra em períodos de euforia prejudicam o desempenho financeiro. Historicamente, as ações tendem a se recuperar após quedas, e dados mostram que o investidor médio teve um retorno inferior ao índice S&P 500 em dois mil e vinte e três, com uma diferença de cinco vírgula cinco pontos percentuais.
A análise da Morningstar indica que, entre dois mil e quatorze e dois mil e vinte e três, o investidor médio de fundos mútuos e ETFs obteve um retorno anual de seis vírgula três por cento, enquanto o retorno total dos fundos foi de sete vírgula três por cento. Isso significa que os investidores perderam cerca de quinze por cento dos retornos gerados por seus fundos ao longo de uma década. Klontz e outros especialistas ressaltam que seguir o comportamento da maioria e as respostas emocionais às oscilações do mercado podem levar a perdas significativas.
Embora a inatividade possa ser benéfica, especialistas recomendam que os investidores realizem revisões periódicas de sua alocação de ativos e reequilibrem suas carteiras. Fundos balanceados e de data-alvo podem automatizar essas tarefas, reduzindo a necessidade de transações frequentes. A automação de investimentos, como contribuições regulares a planos de previdência, também é sugerida como uma estratégia eficaz para maximizar retornos a longo prazo.
Investidores têm enfrentado desafios para obter retornos superiores ao mercado, com muitos perdendo oportunidades devido a decisões emocionais. Estudos recentes indicam que investidores inativos, conhecidos como “mortos”, que seguem uma estratégia de compra e manutenção, superam os investidores ativos em termos de retorno. Essa abordagem evita custos e impostos associados ao trading ativo, que muitas vezes resulta de decisões impulsivas.
Brad Klontz, planejador financeiro e psicólogo, destaca que o maior obstáculo para os retornos dos investidores é o comportamento humano. Ele afirma que a venda em momentos de pânico e a compra em períodos de euforia prejudicam o desempenho financeiro. Historicamente, ações tendem a se recuperar após quedas, e dados mostram que o investidor médio teve um retorno inferior ao índice S&P 500 em 2023, com uma diferença de 5,5 pontos percentuais.
A análise da Morningstar revela que, entre 2014 e 2023, o investidor médio de fundos mútuos e ETFs obteve um retorno anual de 6,3%, enquanto o retorno total dos fundos foi de 7,3%. Isso significa que os investidores perderam cerca de 15% dos retornos gerados por seus fundos ao longo de uma década. Klontz e outros especialistas ressaltam que a tendência de seguir o comportamento da maioria e as respostas emocionais às oscilações do mercado podem levar a perdas significativas.
Embora a inatividade possa ser benéfica, especialistas recomendam que os investidores realizem revisões periódicas de sua alocação de ativos e reequilibrem suas carteiras. Fundos balanceados e de data-alvo podem automatizar essas tarefas, reduzindo a necessidade de transações frequentes. A automação de investimentos, como contribuições regulares a planos de previdência, também é sugerida como uma estratégia eficaz para maximizar retornos a longo prazo.
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