O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, pediu que os brasileiros renegociem dívidas caras usando o crédito consignado, que é uma opção para quem tem carteira assinada. Ele explicou que essa alternativa pode reduzir as parcelas pela metade. Durante um evento em São Paulo com o presidente Lula, Haddad destacou que os bancos públicos estão oferecendo essa modalidade com juros de 2,5% ao mês, e a concorrência com bancos privados pode fazer esses juros ficarem ainda mais baixos.
Além disso, o ministro falou sobre a reforma do Imposto de Renda, que isentaria quem ganha até R$ 5 mil. Ele pediu que as pessoas falem com seus representantes no Congresso para que essa proposta seja aprovada. Haddad mencionou que essa isenção pode significar um décimo quarto salário no final do ano para os beneficiados.
Ele também explicou que a compensação pela isenção virá da cobrança de impostos sobre quem ganha mais de R$ 1 milhão por ano, que pagará 10% de imposto de renda. Isso ajudará cerca de 15 milhões de brasileiros que recebem até R$ 7 mil. O ministro ressaltou a desigualdade no país e como a cobrança de impostos de poucos pode beneficiar muitos. Por fim, Haddad reafirmou a importância do crédito consignado para evitar que os trabalhadores paguem juros altos, acreditando que a entrada de mais bancos nesse mercado melhorará as condições de empréstimo.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, fez um apelo nesta segunda-feira para que os brasileiros renegociem dívidas consideradas “caras” utilizando o crédito consignado CLT, destinado a trabalhadores com carteira assinada. Durante um evento em São Paulo ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Haddad enfatizou que essa alternativa pode reduzir as prestações pela metade. Ele destacou que os bancos públicos estão oferecendo essa modalidade com juros de 2,5% ao mês, e a concorrência com bancos privados pode resultar em taxas ainda mais baixas.
Além de abordar a renegociação de dívidas, o ministro reiterou a importância da aprovação da reforma do Imposto de Renda (IR), que isentaria os salários de até R$ 5 mil. Haddad pediu aos trabalhadores que pressionem seus representantes no Congresso para que a proposta seja aprovada. Ele ressaltou que essa isenção pode representar, ao final do ano, um décimo quarto salário para os beneficiados, dependendo da faixa de renda.
O ministro também explicou que a compensação pela renúncia fiscal gerada pela isenção do IR virá da tributação de rendas mais altas. Ele mencionou que pessoas que ganham mais de R$ 1 milhão por ano pagarão 10% de imposto de renda, o que beneficiará cerca de 15 milhões de brasileiros que recebem até R$ 7 mil. Haddad destacou a desigualdade no país, afirmando que a cobrança de impostos sobre um número reduzido de pessoas pode ajudar muitos trabalhadores.
Por fim, Haddad reiterou que o crédito consignado é uma ferramenta essencial para evitar que os trabalhadores paguem juros excessivos. Ele acredita que, com a entrada de mais instituições financeiras nesse mercado, as condições de empréstimo poderão melhorar ainda mais, proporcionando alívio financeiro para os trabalhadores.
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