Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Incerteza econômica global aumenta, afirma presidente do Banco Central em premiação

Gabriel Galípolo e Diogo Guillen alertam sobre a incerteza econômica global e a desancoragem das expectativas de inflação, exigindo maior restrição monetária.

0:00
Carregando...
0:00

O presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, disse que a incerteza e a instabilidade econômica estão se espalhando pelo mundo, afetando o Brasil e outros países. Durante um evento que premiou as melhores previsões econômicas, ele comentou que, ao invés de o Brasil se aproximar de economias mais estáveis, o contrário aconteceu: as economias internacionais se tornaram mais turbulentas. Galípolo destacou a importância do relatório Focus, que reúne previsões do mercado, afirmando que as decisões de hoje moldam o futuro.

Diogo Guillen, diretor de Política Econômica do Banco Central, falou sobre a desancoragem das expectativas de inflação, que preocupa os membros do Comitê de Política Monetária. Ele explicou que isso exige uma política monetária mais rigorosa e prolongada. Guillen também elogiou o relatório Focus, que é admirado por outros bancos centrais, por sua abrangência e pela rapidez na coleta de dados.

O cenário econômico atual é considerado muito incerto, especialmente por causa de fatores internacionais, como tarifas dos Estados Unidos e suas consequências na inflação. Essas questões foram discutidas em painéis com economistas premiados. Guillen ressaltou que o sucesso do Focus se deve à sua capacidade de incluir diversas variáveis, permitindo uma análise mais completa da economia.

O presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, afirmou que a incerteza e a volatilidade econômica estão se espalhando globalmente, afetando não apenas o Brasil. Durante a cerimônia de premiação do Top 5 da pesquisa Focus, Galípolo destacou que, ao contrário do esperado, foram as economias internacionais que se tornaram mais instáveis. Ele enfatizou a relevância do relatório Focus, que compila previsões do mercado, afirmando que “o futuro será moldado pelas decisões do presente”.

O diretor de Política Econômica do Banco Central, Diogo Guillen, também abordou a desancoragem das expectativas de inflação, que gera desconforto entre os membros do Comitê de Política Monetária (Copom). Guillen ressaltou que esse fenômeno exige uma restrição monetária mais intensa e prolongada do que seria necessário em um cenário de expectativas ancoradas. Ele reiterou a importância das previsões do mercado no sistema de metas, destacando que o Focus é um modelo admirado por outros bancos centrais.

Durante o evento, Guillen mencionou que o cenário econômico atual é considerado “extremamente incerto”, especialmente devido a fatores internacionais. Ele citou incertezas sobre tarifas norte-americanas e suas repercussões na inflação, além das possíveis reações do Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos. Essas questões foram discutidas em painéis com economistas premiados, que apontaram múltiplas camadas de incerteza no ambiente econômico.

O relatório Focus, que premia as instituições com as melhores previsões, foi elogiado por sua abrangência e pela tempestividade das coletas. Guillen destacou que o sucesso do Focus se deve à sua capacidade de incluir uma ampla gama de variáveis, permitindo uma análise mais completa da economia. Ele afirmou que a projeção de inflação é central, mas a inclusão de dados sobre atividade econômica, fiscal e juros também é crucial para entender o cenário econômico como um todo.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais