O Bezos Earth Fund, criado por Jeff Bezos, anunciou que vai investir 19 milhões de dólares em pesquisas para desenvolver gado que emita menos metano, um gás que contribui para o aquecimento global. A pesquisa será feita em várias partes do mundo, como América, Europa, África e Oceania, e vai analisar mais de 100 mil animais para entender quais características genéticas ajudam a reduzir as emissões de metano.
Andy Jarvis, que é o diretor do futuro dos alimentos do fundo, explicou que a pesquisa vai medir as emissões de gás, a genética dos animais e o microbioma do rúmen, que é parte do sistema digestivo. Com esses dados, será possível prever quanto metano os animais vão emitir e, assim, ajudar na reprodução de gado que produza menos desse gás, que é muito mais potente que o dióxido de carbono.
Os agricultores não precisarão mudar a forma como alimentam ou cuidam dos animais. Jarvis acredita que em dois a três anos os dados estarão prontos e as informações sobre as emissões de metano poderão ser usadas na seleção de touros. Esse investimento faz parte de um plano maior de 1 bilhão de dólares do Bezos Earth Fund para lidar com os impactos da produção de alimentos no clima. Até agora, o fundo já destinou 239 milhões de dólares para projetos relacionados à agricultura e planeja usar os 761 milhões restantes até 2030. Algumas das instituições que vão receber apoio incluem a Universidade de Wageningen, na Holanda, e a Universidade de Nebraska.
O Bezos Earth Fund, fundado por Jeff Bezos, anunciou um investimento de US$ 19 milhões em pesquisa para desenvolver gado com baixa emissão de metano, uma iniciativa que visa mitigar o impacto ambiental da pecuária. A pesquisa, que será realizada em diversas regiões, incluindo Américas, Europa, África e Oceania, envolverá o escaneamento de mais de 100 mil animais para identificar características genéticas que ajudem a prever as emissões de metano.
Andy Jarvis, diretor do futuro dos alimentos do Bezos Earth Fund, destacou que a pesquisa medirá as emissões, a genética e o microbioma do rúmen dos animais. Ele afirmou que, ao combinar esses dados, será possível prever as emissões de metano e, assim, orientar a reprodução de gado com características que minimizem esse gás, que é 80 vezes mais potente que o dióxido de carbono em um período de 20 anos.
A abordagem proposta não exigirá mudanças na alimentação ou manejo dos animais pelos agricultores. Jarvis estimou que levará de dois a três anos para que os dados sejam implementados e as pontuações de metano sejam incluídas nos catálogos de touros. Com um conjunto de dados robusto, os criadores poderão selecionar animais com menor emissão de metano, promovendo uma solução sustentável para a pecuária.
Este investimento faz parte de um compromisso maior de US$ 1 bilhão do Bezos Earth Fund para abordar o impacto dos sistemas alimentares no clima. Até agora, o fundo já alocou US$ 239 milhões para iniciativas relacionadas a alimentos e agricultura, com planos de destinar os US$ 761 milhões restantes até 2030. Os beneficiários do projeto incluem instituições como a Universidade de Wageningen, na Holanda, e a Universidade de Nebraska.
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