Em 2024, mais de 40% da eletricidade no mundo foi gerada sem usar combustíveis fósseis, segundo um relatório do grupo Ember. Apesar desse avanço, as emissões de dióxido de carbono atingiram um nível recorde, subindo 1,6% devido ao aumento da demanda por energia, especialmente em anos quentes. O uso de usinas que queimam combustíveis fósseis aumentou, com o carvão e o gás sendo as principais fontes.
A energia solar se destacou, dobrando sua produção em três anos e representando quase 7% do total global. A China lidera esse crescimento, respondendo por mais da metade do aumento, enquanto a Índia também dobrou sua capacidade de energia solar entre 2023 e 2024.
Pela primeira vez desde os anos 1940, as fontes de energia limpa representaram 40,9% da eletricidade gerada no mundo. No entanto, a demanda global por eletricidade cresceu 4% em 2024, superando o crescimento das energias renováveis. A energia hidrelétrica continua sendo a maior fonte limpa, seguida pela energia eólica e nuclear, que crescem mais lentamente.
Embora as energias renováveis estejam aumentando, a demanda crescente e as condições climáticas extremas contribuíram para o aumento das emissões de CO2. O grupo Ember acredita que, em breve, a geração de energia limpa superará o crescimento da demanda, levando a uma redução nas emissões, especialmente em países como China e Índia, onde a geração de energia fóssil já não cresce na mesma proporção da demanda.
Em 2024, mais de 40% da eletricidade global foi gerada sem combustíveis fósseis, conforme relatório do think-tank Ember. Apesar desse avanço, as emissões de dióxido de carbono (CO2) atingiram um recorde histórico, com um aumento de 1,6% devido à demanda crescente por energia, especialmente em anos de calor intenso. A utilização de usinas de combustíveis fósseis aumentou, com o carvão representando 34% e o gás 22% da geração elétrica.
A energia solar se destacou como a fonte de energia que mais cresce, dobrando sua geração em três anos e contribuindo com quase 7% do fornecimento global. O diretor da Ember, Phil Macdonald, afirmou que a energia solar se tornou “o motor da transição energética global”. A China lidera esse crescimento, respondendo por mais da metade do aumento na capacidade solar, enquanto a Índia também dobrou sua capacidade entre 2023 e 2024.
O relatório destaca que, pela primeira vez desde a década de 1940, as fontes de energia limpa representaram 40,9% da geração elétrica global. No entanto, a demanda global por eletricidade cresceu 4% em 2024, o que superou o crescimento das energias renováveis. A energia hidrelétrica ainda é a maior fonte de energia limpa, com 14%, seguida pela energia eólica e nuclear, que crescem em um ritmo mais lento.
Embora as energias renováveis estejam em ascensão, o aumento da demanda por eletricidade e as condições climáticas extremas contribuíram para o crescimento das emissões de CO2. Ember prevê que a geração de energia limpa deve eventualmente superar o crescimento da demanda, levando a uma redução nas emissões, especialmente em países como China e Índia, onde a geração de energia fóssil já não cresce na mesma proporção da demanda.
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