Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Déficit primário do setor público cai para R$ 18,9 bilhões em fevereiro de 2025

Déficit primário do setor público cai para R$ 18,9 bilhões em fevereiro, mas dívida bruta atinge 76,2% do PIB, pressionada por juros altos.

0:00
Carregando...
0:00

O Banco Central informou que o déficit primário do setor público caiu para 18,9 bilhões de reais em fevereiro, uma melhora em relação ao rombo de 48,7 bilhões de reais do ano passado. Essa redução se deve ao pagamento de precatórios, que foi maior em 2024. O chefe do departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, disse que, se não fossem considerados os precatórios, os déficits dos dois anos seriam parecidos.

A dívida bruta do governo chegou a 76,2% do PIB, totalizando 9 trilhões de reais. Esse aumento foi causado principalmente pelos juros que foram adicionados à dívida. O déficit nominal, que inclui os juros, foi de 97,2 bilhões de reais em fevereiro. Os juros pagos pelo setor público somaram 78,3 bilhões de reais, um aumento em relação aos 65,2 bilhões do ano anterior, devido à alta da taxa Selic e ao aumento da dívida.

Além disso, a dívida líquida do setor público subiu para 61,4% do PIB, influenciada pelos mesmos fatores que afetaram a dívida bruta. Apesar do aumento, houve uma leve queda nos indicadores ao longo do ano, impulsionada pelo crescimento do PIB e resgates de dívida.

O Banco Central (BC) divulgou que o déficit primário do setor público consolidado caiu para R$ 18,9 bilhões em fevereiro, uma redução significativa em relação ao mesmo mês do ano passado, quando o rombo foi de R$ 48,7 bilhões. Essa melhora é atribuída ao pagamento de precatórios, que não ocorreu na mesma magnitude em 2025. O chefe do departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, destacou que, sem considerar os precatórios, os déficits dos dois anos seriam equivalentes.

A dívida bruta do governo geral alcançou 76,2% do PIB, totalizando R$ 9 trilhões. Esse aumento de 0,5 ponto percentual em relação a janeiro foi impulsionado pela incorporação de juros nominais, que sozinhos elevaram o indicador em 0,7 ponto percentual. O setor público consolidado registrou um déficit nominal de R$ 97,2 bilhões em fevereiro, refletindo a soma do déficit primário e dos juros pagos.

Os juros nominais pagos pelo setor público somaram R$ 78,3 bilhões, um aumento em relação aos R$ 65,2 bilhões do ano anterior. Esse crescimento é atribuído à alta da taxa Selic e ao aumento do estoque da dívida pública. No acumulado de doze meses, os gastos com juros já totalizam R$ 924 bilhões, representando 7,78% do PIB.

Além disso, a dívida líquida do setor público também subiu, atingindo 61,4% do PIB. O aumento foi influenciado pelos mesmos fatores que impactaram a dívida bruta, como os juros e o déficit primário, embora tenha havido uma leve queda nos indicadores no acumulado do ano, impulsionada pelo crescimento do PIB e resgates líquidos de dívida.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais