A Galapagos Capital, empresa de investimentos, está reabrindo a captação do Cristo Redentor Fundo de Investimento. Esse fundo foi criado durante a pandemia e já doou mais de 2 milhões de reais para ajudar o santuário e seus projetos sociais. A taxa de administração, que é de 1,3%, é totalmente destinada à Mitra Arquiepiscopal do Rio de Janeiro, permitindo que o dinheiro investido continue rendendo.
Após um tempo sem captar novos investimentos por causa de mudanças internas, a Galapagos agora busca novos investidores. Para comemorar essa reabertura, o Cristo Redentor será iluminado de azul. O fundo tem cerca de 40 milhões de reais em patrimônio e um aporte mínimo de 500 reais. Ele é classificado como multimercado, investindo em outras cotas de fundos.
Apesar das dificuldades econômicas, o fundo teve um rendimento de 38,6% desde seu lançamento, superando a média do CDI. O gestor do fundo, Diego Condado, afirmou que, mesmo com a instabilidade do mercado, o objetivo é preservar o capital e diversificar os riscos. Essa reabertura é uma chance para quem quer investir e, ao mesmo tempo, ajudar causas sociais. A Galapagos Capital continua comprometida com investimentos que trazem impacto positivo.
A Galapagos Capital, empresa de investimentos liderada por Carlos Fonseca, reabre a captação do Cristo Redentor Fundo de Investimento, que destina sua taxa de administração à Mitra Arquiepiscopal do Rio de Janeiro. O fundo, criado durante a pandemia, já doou mais de R$ 2 milhões para apoiar o santuário e seus projetos sociais. A taxa de administração de 1,3% é integralmente repassada à Mitra, permitindo que o capital investido continue rendendo.
Após um período sem captação devido a mudanças internas, a Galapagos agora busca novos investidores. Para celebrar a reabertura, o Cristo Redentor será iluminado de azul na noite desta quarta-feira. O fundo, que possui patrimônio de cerca de R$ 40 milhões e aporte mínimo de R$ 500, é classificado como multimercado e investe em cotas de outros fundos da mesma categoria.
Apesar dos desafios enfrentados pelo cenário econômico, o fundo apresentou um rendimento de 38,6% desde sua criação, superando a média de 72,3% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário). Diego Condado, sócio da Galapagos e gestor do fundo, destacou que, mesmo com a volatilidade do mercado, o veículo busca a preservação de capital e a diversificação de riscos.
A reabertura do fundo representa uma nova oportunidade para investidores que desejam contribuir para causas sociais enquanto buscam retorno financeiro. A Galapagos Capital reafirma seu compromisso com o investimento de impacto, promovendo uma alternativa que combina rentabilidade e responsabilidade social.
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