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Haddad projeta crescimento do PIB em 2,5% para 2025 e defende novas medidas econômicas

Ministro da Fazenda projeta crescimento do PIB em 2,5% para 2025 e defende isenção de IR para salários até R$ 5 mil, sem estímulos.

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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que espera que o PIB do Brasil cresça 2,5% em 2025. Ele afirmou que as novas medidas do governo, como a liberação do FGTS para trabalhadores que escolheram o saque aniversário, um novo tipo de crédito consignado e a isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil, não são estímulos para a economia. A previsão oficial do governo para este ano é de 2,3%.

Haddad comentou que impedir que trabalhadores demitidos acessem o FGTS é um erro e que a liberação era necessária após dois anos. Ele acredita que o crédito consignado ajudará a evitar que as famílias fiquem endividadas, especialmente com o aumento das taxas de juros. A nova isenção do imposto de renda começará em 2026 e é considerada fiscalmente neutra.

Ele destacou que essa mudança beneficiará dez milhões de trabalhadores, enquanto apenas 141 mil pessoas que não pagam imposto de renda serão afetadas. Haddad considera essa medida justa e afirma que não tem como objetivo aumentar a arrecadação. Quando questionado sobre possíveis mudanças no projeto pelo Congresso, ele expressou confiança no relator, deputado Arthur Lira, e espera que não haja alterações que comprometam o equilíbrio fiscal.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou uma expectativa de crescimento do PIB brasileiro de 2,5% para 2025. Ele também afirmou que as recentes medidas do governo, que incluem a liberação do FGTS para trabalhadores que optaram pelo saque aniversário, um novo crédito consignado privado e a isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil, não devem ser consideradas estímulos econômicos. A projeção oficial do governo para este ano é de 2,3%.

Haddad destacou que impedir o acesso ao FGTS para trabalhadores demitidos é um erro e que a liberação da medida era necessária após dois anos de espera. Ele defendeu que o crédito consignado ajudará a evitar o superendividamento das famílias, especialmente em um cenário de aumento das taxas de juros. O ministro também informou que a nova faixa de isenção do imposto de renda entrará em vigor apenas em 2026 e que a proposta é fiscalmente neutra.

O ministro argumentou que a mudança beneficiará dez milhões de trabalhadores, enquanto apenas 141 mil brasileiros que atualmente não pagam imposto de renda serão impactados. Haddad considerou essa abordagem justa e ressaltou que a proposta não visa aumentar a arrecadação.

Questionado sobre possíveis alterações no projeto pelo Congresso, Haddad expressou confiança no relator, deputado Arthur Lira (PP-AL), afirmando que ele honrou compromissos anteriores com a equipe econômica. O ministro espera que não haja mudanças que comprometam o equilíbrio fiscal da proposta.

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