Quatro empresas do Grupo Itaú, como Itaú Unibanco e Itaucard, concordaram em devolver R$ 253,7 milhões a clientes por cobranças indevidas de tarifas. Desse total, R$ 74 milhões ainda precisam ser pagos. O acordo foi feito em 31 de março e as empresas têm um ano para completar os reembolsos. O Itaú Unibanco vai devolver R$ 81,66 milhões, afetando cerca de 741 mil clientes entre 2014 e 2021. Já foram devolvidos R$ 45,8 milhões. O Itaucard deve restituir R$ 119,8 milhões, com R$ 90,9 milhões já pagos. A Itaú CBD vai devolver R$ 30,8 milhões, tendo já restituído R$ 24,5 milhões. A Luizacred planeja devolver R$ 21,4 milhões, com R$ 18,5 milhões já pagos. No total, mais de 2,2 milhões de clientes foram afetados. Além dos reembolsos, o Grupo Itaú terá que pagar R$ 10,65 milhões como multa. Se não cumprir o prazo, haverá juros e multas. As empresas também precisam contratar uma auditoria e enviar relatórios sobre o cumprimento do acordo.
Quatro empresas do Grupo Itaú, incluindo Itaú Unibanco, Itaucard, Itaú CBD e Luizacred, firmaram um acordo com o Banco Central para reembolsar R$ 253,7 milhões a clientes devido a cobranças indevidas de tarifas de avaliação emergencial de crédito. Desse total, R$ 74 milhões ainda estão pendentes. O acordo foi assinado em 31 de março e estabelece um prazo de 12 meses para a devolução total.
O Itaú Unibanco deverá reembolsar R$ 81,66 milhões por tarifas de adiantamento a depositantes, que afetaram cerca de 741 mil clientes entre março de 2014 e julho de 2021. A instituição já devolveu R$ 45,8 milhões e planeja restituir o restante. O Itaucard, por sua vez, deve devolver R$ 119,8 milhões, com R$ 90,9 milhões já reembolsados, restando R$ 28,9 milhões.
A Itaú CBD comprometeu-se a devolver R$ 30,8 milhões, tendo já restituído R$ 24,5 milhões, com R$ 6,4 milhões pendentes. A Luizacred, que também se envolveu na prática, planeja devolver R$ 21,4 milhões, com R$ 18,5 milhões já reembolsados e R$ 2,9 milhões ainda a pagar. No total, mais de 2,2 milhões de clientes foram impactados pelas cobranças indevidas.
Além dos reembolsos, o Grupo Itaú terá que pagar uma contribuição pecuniária de R$ 10,65 milhões pela conduta irregular. Caso não cumpra o prazo, o Banco Central aplicará juros e multas. As empresas também devem contratar uma auditoria independente e apresentar relatórios semestrais sobre o cumprimento das obrigações estabelecidas no acordo.
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