Um artista de maquiagem na Nigéria, chamado Abdullahi Musa Huseini, ou “Amuscap”, foi condenado a seis meses de prisão por jogar 100.000 nairas durante seu casamento. Essa prática, conhecida como “spraying”, é comum em festas, mas é proibida pela lei do Banco Central de 2007, que protege a moeda nacional. A Comissão de Crimes Econômicos e Financeiros está combatendo essa prática, dizendo que ela desrespeita a naira, um símbolo importante do país. Amuscap se declarou culpado e foi sentenciado rapidamente por um tribunal em Kano. Outros famosos, como a influenciadora Bobrisky e a atriz Oluwadarasimi Omoseyin, também foram presos por fazer o mesmo. A condenação gerou críticas nas redes sociais, com pessoas achando a punição muito severa e apontando que muitos que desviam dinheiro público não são punidos.
Um artista de maquiagem na Nigéria, Abdullahi Musa Huseini, conhecido como “Amuscap”, foi condenado a seis meses de prisão por abusar da moeda nacional, a naira, ao flingar R$ 100 mil durante sua celebração de casamento em dezembro. A sentença foi proferida por um tribunal em Kano, logo após o artista se declarar culpado.
A prática de “spraying”, que consiste em jogar notas durante festas, é comum em casamentos e outras celebrações no país, mas é considerada uma ofensa sob a Lei do Banco Central de 2007, que proíbe abusos da naira. A Comissão de Crimes Econômicos e Financeiros (EFCC) tem promovido uma campanha contra essa prática, alegando que ela desrespeita um dos símbolos mais importantes da nação.
Amuscap é o mais recente a ser preso por violar essa legislação. A EFCC afirmou que ele “manipulou” R$ 100 mil ao jogar as notas durante a dança. Em casos anteriores, a influenciadora Bobrisky e a atriz Oluwadarasimi Omoseyin também cumpriram pena de seis meses por infrações semelhantes.
A condenação gerou reações de indignação nas redes sociais, com muitos argumentando que a punição é excessiva. Críticos apontaram a hipocrisia de punir um indivíduo por “spraying” seu próprio dinheiro, enquanto outros acusados de desvio de recursos públicos permanecem impunes.
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