O mercado de arte global teve uma queda de 12% em 2024, totalizando 57,5 bilhões de dólares. Essa é a segunda vez consecutiva que as vendas caem, com a China sendo a mais afetada, com uma redução de 33%. Nos Estados Unidos, que é o maior mercado de arte do mundo, as vendas caíram 9%. Apesar disso, o número de transações aumentou em 3%, com 40,5 milhões de negócios realizados. Quarenta e quatro por cento dos compradores eram novos no mercado, representando 38% das vendas. Valeria Milani, do UBS, comentou que a entrada de novos colecionadores pode indicar um renascimento para o setor. As galerias menores, com faturamento abaixo de 250 mil reais, tiveram um crescimento de 17% nas vendas, enquanto as maiores enfrentaram uma queda de 9%. O relatório também mostrou que as vendas de obras de artistas mulheres aumentaram, representando 42% da receita nas galerias do mercado primário. Os negociantes brasileiros estão otimistas, com mais de 80% esperando um aumento nas vendas em 2025. Os brasileiros de alta renda investiram, em média, 15% de seu patrimônio em arte, mostrando que o mercado está ativo e bem informado. A expectativa é que essa tendência de crescimento continue, impulsionada por novos colecionadores e uma maior diversidade de obras.
O mercado global de arte registrou uma queda de 12% em 2024, totalizando US$ 57,5 bilhões, conforme o relatório anual da Art Basel e UBS. Este é o segundo ano consecutivo de declínio, refletindo um cenário desafiador, com vendas caindo em quase todas as regiões, especialmente na China, onde a retração foi de 33%. O mercado dos Estados Unidos, o maior do mundo, também viu uma redução de 9% nas vendas.
Apesar da diminuição no valor das vendas, o volume de transações aumentou em 3%, alcançando 40,5 milhões de negócios. Quarenta e quatro por cento dos compradores eram novos no mercado, representando 38% das vendas. A especialista Valeria Milani, do Multi-Family Office UBS Consenso, destacou que esse aumento de novos colecionadores pode sinalizar um ciclo renovado para o setor.
As galerias menores, com faturamento abaixo de R$ 250 mil, tiveram um crescimento de 17% nas vendas, enquanto as maiores, com faturamento acima de R$ 10 milhões, enfrentaram uma queda de 9%. O relatório também apontou um aumento nas vendas de obras de artistas mulheres, que agora representam 42% da receita nas galerias do mercado primário.
Os negociantes brasileiros se mostraram otimistas, com mais de 80% prevendo um aumento nas vendas em 2025. Os brasileiros de alta renda destinaram, em média, 15% de seu patrimônio para investimentos em arte, refletindo um mercado ativo e bem informado. A expectativa é que essa tendência de renovação e crescimento continue, impulsionada por novos colecionadores e uma maior diversidade de obras no mercado.
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