Os resultados financeiros do quarto trimestre de 2024 das empresas do Ibovespa mostraram que muitas delas estão enfrentando dificuldades. As receitas cresceram apenas 5%, enquanto o lucro antes de juros e impostos caiu 14%. O lucro por ação teve uma queda ainda maior, de 34% em relação ao ano passado. Quando se excluem as empresas de commodities, o cenário melhora um pouco, com um aumento de 12% nas receitas e 14% no lucro por ação, mas ainda assim é inferior ao desempenho do trimestre anterior.
O Banco Safra considerou esse trimestre o pior do ano, com um aumento de apenas 1,3% nas receitas e uma queda de 61,1% no lucro líquido em comparação ao mesmo período do ano anterior. Sem as grandes empresas de commodities, as receitas melhoraram, mas o lucro ainda ficou 14,7% abaixo do esperado. Nove dos dezesseis setores analisados tiveram crescimento no lucro, com alimentos e serviços financeiros se destacando.
O Santander apontou que fatores externos, como tarifas comerciais dos Estados Unidos, podem afetar o crescimento econômico. O banco também notou que os investidores estão mudando seu foco para mercados emergentes, como o Brasil, que tem uma baixa dependência do comércio com os EUA. No Brasil, o Banco Central indicou que pode parar de cortar juros devido a preocupações com a inflação.
Entre os resultados positivos, o Itaú reportou um lucro de R$ 10,9 bilhões, um aumento de 16% em relação ao ano anterior. A Ambev e frigoríficos como JBS também tiveram bons resultados. Por outro lado, setores como Óleo e Gás e Saúde enfrentaram dificuldades, com a Petrobras e a Hapvida apresentando resultados abaixo do esperado, refletindo a instabilidade do mercado e desafios operacionais.
Os resultados financeiros do quarto trimestre de 2024 (4T24) das empresas do Ibovespa mostraram uma perda de tração em relação ao trimestre anterior, com crescimento de 5% nas receitas e queda de 14% no lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda). O lucro por ação (EPS) recuou 34% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Excluindo as empresas de commodities, o cenário foi mais positivo, com alta de 12% em receita e 14% no EPS, embora ainda abaixo do desempenho do terceiro trimestre.
O Banco Safra classificou o 4T24 como o pior do ano em termos de lucro consolidado, com receitas subindo apenas 1,3% e lucro líquido caindo 61,1% em relação ao 4T23. Sem as gigantes de commodities, as receitas melhoraram, mas o lucro ainda caiu 14,7% abaixo do esperado. Nove dos dezesseis setores analisados apresentaram crescimento de lucro, destacando alimentos, bebidas e serviços financeiros como os mais resilientes.
A análise do Santander destacou a pressão externa, especialmente devido a tarifas comerciais dos Estados Unidos, que podem impactar o crescimento do PIB norte-americano. O banco também observou uma rotação de investimentos em direção a mercados emergentes, como o Brasil, que se beneficia de uma baixa exposição comercial aos EUA. No cenário interno, o Banco Central sinalizou a possibilidade de interromper cortes de juros, refletindo preocupações com a inflação.
Entre os destaques positivos, o Itaú (ITUB4) reportou lucro líquido recorrente de R$ 10,9 bilhões, um aumento de 16% em relação ao ano anterior. A Ambev (ABEV3) e frigoríficos como JBS (JBSS3) também apresentaram resultados sólidos. Em contrapartida, setores como Óleo e Gás e Saúde enfrentaram dificuldades, com a Petrobras (PETR4) e a Hapvida (HAPV3) reportando resultados abaixo do esperado, refletindo a volatilidade do mercado e desafios operacionais.
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